Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Cármen Lúcia vota contra gratificação a servidores aposentados do INSS

Ministra Cármen Lúcia vota contra estender gratificação de desempenho a servidores inativos do INSS, mantendo avaliação como condição para o pagamento

Ministra Carmén Lúcia durante julgamento no STF
0:00
Carregando...
0:00
  • A ministra Cármen Lúcia votou contra o pagamento de gratificação por desempenho a servidores inativos do INSS, em julgamento com repercussão geral.
  • Ela entende que a remuneração extra só pode ser paga após avaliação de desempenho, o que não ocorre com quem não está atuando, mantendo o entendimento para casos semelhantes em instâncias inferiores.
  • A Lei de 2016 aumentou a pontuação mínima de 30 para 70 pontos na avaliação, o que motivou ação de 2021 defendendo direito à gratificação para ativos e inativos.
  • O INSS argumenta que o benefício é exclusivo de servidores ativos, pois a pontuação depende dos resultados das avaliações de desempenho individuais e institucionais.
  • O julgamento está no plenário virtual do STF; até o momento, somente Cármen Lúcia, relatora, já se manifestou, e os demais ministros têm prazo para votar.

A ministra Cármen Lúcia, do STF, votou contra a concessão de gratificação por desempenho a servidores inativos do INSS. A decisão, em repercussão geral, define que o benefício só pode ser pago após avaliação de desempenho, o que não ocorre com quem não atua.

A ação foi proposta em 2021, após a Lei de 2016 elevar a pontuação mínima de 70 pontos na avaliação de desempenho. O objetivo era estender a gratificação a todos os servidores, ativos e inativos, do INSS.

O INSS sustenta que o benefício diz respeito apenas aos servidores ativos e que a pontuação depende das avaliações individuais e institucionais. A Procuradoria Geral da República diverge do pleito.

Desdobramentos da votação

A decisão continua no plenário virtual do STF. Até o momento, apenas Cármen Lúcia, relatora, já se manifestou. Demais ministros têm prazo até sexta-feira para votar.

Contexto jurídico

A magistrada da Primeira Vara Federal de Itaperuna havia reconhecido a paridade ao servidor inativo. O STF questionou esse entendimento, com parecer contrário da PGR. A decisão final poderá definir precedentes para casos semelhantes.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais