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Ministro do STJ nega assédio em carta e promete provar inocência

Ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça, nega assédio, pede afastamento de 90 dias e entrega atestado médico; CNJ e STF investigam

Marco Buzzi, ministro do STJ
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  • O ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça, enviou aos colegas uma carta negando as acusações de assédio.
  • Ele pediu afastamento do cargo por 90 dias, acompanhado de um atestado médico psiquiátrico para tratamento e ajuste medicamentoso.
  • A denúncia envolve importunação sexual; a primeira vítima é uma jovem de 18 anos, e houve uma segunda queixa apresentada à Corregedoria Nacional de Justiça.
  • O STJ marcou reunião para decidir sobre o afastamento cautelar, enquanto o Conselho Nacional de Justiça e o Supremo Tribunal Federal acompanham o caso, com relatório a ser apresentado pelo ministro Kassio Nunes Marques.
  • Buzzi afirmou que está internado, conta com o apoio da família e afirma que, por meio de apuração técnica e imparcial, irá demonstrar sua inocência.

O ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça, negou as acusações de assédio em carta enviada aos colegas. Ele informou que já está internado e que irá demonstrar sua inocência. A decisão ocorre após uma segunda vítima apresentar queixa.

O STF e o CNJ acompanham o caso. Buzzi solicitou afastamento por 90 dias para tratamento médico psiquiátrico com ajuste medicamentoso, conforme atestado apresentado hoje. A primeira vítima é uma jovem de 18 anos.

Segundo o relato, uma jovem de 18 anos afirmou ter ocorrido o assédio durante as férias de janeiro, em Balneário Camboriú (SC). A defesa sustenta que os fatos ainda são apurados e que há cobrança familiar pela privacidade.

Antes do atestado, o STJ marcava reunião para decidir o afastamento cautelar do ministro. O processo está sendo acompanhado pela Corregedoria Nacional de Justiça, enquanto Kassio Nunes Marques deverá relatar o caso ao STF.

A carta aos colegas traz ainda que Buzzi está sob acompanhamento cardíaco e emocional e que sua família está ao lado. O ministro afirma ter uma trajetória ilibada e que jamais adotou conduta que envergonhasse a magistratura.

A internação ocorreu um dia após as denúncias ganharem publicidade. O boletim do hospital DF Star, em Brasília, apontou quadro de palpitações e precordialgia, conforme divulgado por fontes da área médica.

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