- A Polícia Federal encontrou mensagens entre Vorcaro e Toffoli e entre o dono do Master e Zettel sobre pagamentos para a Maridt, empresa da qual Toffoli é sócio.
- Toffoli confirmou ser sócio da Maridt, mas negou ter recebido qualquer quantia de Vorcaro ou de Zettel.
- Em nota, o ministro afirmou que todas as informações da Maridt e de seus sócios estão declaradas à Receita Federal, sem restrições.
- A Maridt deixou o grupo Tayaya Ribeirão Claro em fevereiro de dois mil e vinte e cinco, com as cotas vendidas a Fundo Arllen (setembro de dois mil e vinte e um) e, posteriormente, à PHD Holding (fevereiro de dois mil e vinte e cinco).
- A ação sobre a compra do Banco Master pelo BRB foi distribuída ao ministro em novembro de dois mil e vinte e cinco; Toffoli diz não conhecer o gestor do Fundo Arllen e nega qualquer relação com Vorcaro.
Dias Toffoli, ministro do STF, admitiu ser sócio da empresa Maridt, mas negou ter recebido dinheiro de Daniel Vorcaro ou de Fabiano Zettel, cunhado do dono do Banco Master. A afirmação foi feita em nota divulgada pela defesa do ministro.
A Polícia Federal revelou mensagens trocadas entre Vorcaro e Toffoli, e entre Zettel e o dono do Master, citando pagamentos para a Maridt. Em uma conversa, os envolvidos discutem repasses relativos à empresa, segundo a reportagem da Folha de S. Paulo.
Na nota, Toffoli afirma que a Maridt é de capital fechado, com declarações regulares à Receita e sem restrições. Ele ressalta que não atuou como administrador na empresa.
Estrutura societária da Maridt
Consta que a Maridt era parte do grupo Tayaya Ribeirão Claro até fevereiro de 2025, com a venda de cotas ocorridas em 2021 e 2025. Segundo a defesa, todas as operações foram realizadas dentro do valor de mercado e devidamente declaradas.
Alega ainda que o ministro não conhece o gestor do Fundo Arllen e não mantém amizade com Vorcaro. Por fim, Toffoli afirma não ter recebido valores de Vorcaro ou de Zettel.
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