- O ministro André Mendonça, novo relator do caso no Supremo, promoveu a destoffolização do inquérito do Banco Master, devolvendo autonomia à Polícia Federal.
- A PF passou a gerenciar o material recolhido nas batidas policiais, podendo escalar seus peritos e retomar o fluxo normal de trabalho de extração, catalogação e análise de dados.
- Sob o comando de Dias Toffoli, segredos em mais de cem equipamentos ficaram armazenados no Supremo e, depois, transferidos para a Procuradoria-Geral da República, com escolha de peritos à sua preferência.
- Mendonça determinou que depoimentos de investigados e testemunhas voltem a ser feitos pela PF, não no STF, desautorizando decisões anteriores de Toffoli.
- A normalização das atividades policiais, segundo o texto, é apresentada como uma mudança relevante que reduzeria entraves na condução das apurações.
Dias Toffoli, presidente do STF, teve decisões contestadas no inquérito do Banco Master. A narrativa recente aponta uma mudança na condução da apuração, com o novo relator André Mendonça promovendo ajustes no fluxo de trabalho da PF.
Mendonça devolveu autonomia operacional à Polícia Federal, começando pela gestão do material apreendido em baterias operacionais. A ordem permitiu que peritos da PF fossem escalados livremente e que os investigadores retomassem o fluxo habitual de extração, catalogação e análise de dados.
Antes, sob Toffoli, parte do material ficou armazenada e trancada no Supremo, depois transferida para a Procuradoria-Geral da República. Além disso, houve indicação de peritos escolhidos pela defesa do caso para analisar o material.
Mandato da PF sob nova orientação
A nova orientação determina que depoimentos de investigados e testemunhas ocorram na PF, e não no STF. Com isso, Mendonça removeu entraves jurídicas que, segundo a imprensa, tinham freado a atuação policial na apuração.
A mudança é apresentada como retorno a procedimentos padrão da PF, com foco na agilidade e na continuidade do trabalho técnico. A transição, segundo fontes do caso, busca maior celeridade na coleta de declarações e na conclusão de diligências.
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