Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Domingos Brazão, preso desde 2024, recebe R$ 56 mil por mês do TCE-RJ

Condenado a 76 anos, Brazão segue preso e recebe R$ 56 mil mensais do TCE-RJ; STF decide pela perda de cargo e mantém investigações em andamento

Domingos Brazão, conselheiro do TCE-RJ, foi condenado hoje pelo STF
0:00
Carregando...
0:00
  • Domingos Brazão, conselheiro do TCE-RJ, está preso desde março de 2024 e continua recebendo salário mensal de R$ 56 mil do tribunal.
  • O Supremo Tribunal Federal o condenou a 76 anos de prisão por ser um dos mandantes do assassinato de Marielle Franco e de seu motorista, em 2018.
  • A remuneração inclui salário bruto de R$ 50.214,58 e R$ 5.697,42 em benefícios, com serviços já oferecidos pela União no Presídio Federal de Porto Velho.
  • O ministro Alexandre de Moraes afirmou risco de interferência nas investigações; o julgamento também envolveu a condenação do irmão de Brazão, Chiquinho Brazão, por participação no crime.
  • A Primeira Turma decretou a perda imediata de cargos públicos dos condenados, incluindo Domingos Brazão, Rivaldo Barbosa de Araújo, Ronald Paulo Alves Pereira e Robson Calixto Fonseca; Rivaldo Barbosa foi absuelto de homicídio, condenado por obstrução de justiça e corrupção passiva.

Domingos Brazão, conselheiro do TCE-RJ, foi condenado pelo STF a 76 anos de prisão por ser um dos mandantes do assassinato de Marielle Franco e de seu motorista, em 2018. Ele permanece preso desde março de 2024, na prisão federal de Porto Velho.

O STF também confirmou que Brazão recebe salário de R$ 56 mil mensais, composto por R$ 50.214,58 de vencimento e R$ 5.697,42 em benefícios, como auxílio educação e saúde. Os benefícios já são oferecidos pela União no presídio onde ele está custodiado.

O ministro Alexandre de Moraes informou que há risco de interferência do réu nas investigações, sustento que levou à prisão preventiva. O TCE-RJ afirmou que a suspensão de salários de conselheiros depende de ação judicial, conforme a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (LOMAN).

Condenações e desdobramentos

Moraes apontou que Domingos Brazão e o irmão dele, Chiquinho Brazão, foram mandantes do crime. A acusação aponta loteamentos irregulares que Marielle investigava como motivação, com terrenos usados como moeda de troca para pagar os assassinos.

Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino seguiram o voto do relator, condenando ainda Ronald Paulo Alves Pereira, ex-PM major, e Robson Calixto Fonseca, ex-assessor de Brazão, por homicídio, tentativa de homicídio e organização criminosa. Rivaldo Barbosa de Araújo, ex-chefe da Polícia Civil do RJ, foi absolvido de homicídio, mas condenado por obstrução de justiça e corrupção passiva.

A Primeira Turma decidiu pela condenação ou absolvição conforme os crimes, mantendo o entendimento de que não houve provas suficientes para associar Rivaldo Barbosa ao plano de assassinato. Em todas as condenações, houve determinação pela perda de cargos públicos.

Penas e limitação de cumprimento

Apesar das condenações, a legislação brasileira estabelece teto de 30 anos de pena de prisão. O STF decretou a perda imediata dos cargos públicos dos condenados, incluindo Brazão, Rivaldo Barbosa, Ronald de Paula e Robson Calixto.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais