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Dois homens vão a julgamento em Londres por espionagem para Hong Kong e China

Em Londres, dois nacionais britânicos e chineses vão a julgamento por espionagem para Hong Kong e China, incluindo vigilância a dissidentes e invasão de residências.

Defendant Chi Leung Wai, also known as Peter Wai, arrives at the Old Bailey after being charged with National Security Act offences relating to spying for Hong Kong intelligence service in London, Britain, October 25, 2024.
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  • Em Londres, dois homens vão a julgamento acusados de realizar vigilância hostil para Hong Kong e, em última instância, para a China, entre dezembro de 2023 e maio de 2024.
  • Chung Biu Yuen, de sessenta e cinco anos, e Chi Leung Wai, de trinta e oito anos, são nacionais britânicos e chineses e negam as acusações de ajudar um serviço de inteligência estrangeiro e de interferência estrangeira ao tentar invadir uma residência em 1º de maio.
  • O promotor afirmou que eles teriam sido designados para executar “operações de policiamento sombra” em nome da região administrativa especial de Hong Kong e, assim, da República Popular da China.
  • A investigação aponta que houve vigilância sobre dissidentes, incluindo Nathan Law, com recompensas de cerca de 100 mil libras pela localização ou captura, e que Wai usou o cargo na Border Force para acessar sistemas do Ministério do Interior.
  • Yuen já trabalhou na HKETO em Londres, enquanto Wai atuava como oficial da Border Force e voluntário em tempo parcial para a City of London Police; o Chinese Embassy em Londres nega as acusações e diz que o Reino Unido está interferindo nos assuntos de Hong Kong.

Dois homens estão sendo julgados em Londres sob a acusação de espionagem para Hong Kong e, em última instância, para a China. Chung Biu Yuen, 65, e Chi Leung Wai, 38, são nacionais britânicos e chineses. O julgamento começou no Old Bailey na quarta-feira.

Segundo o Ministério Público, os réus teriam participado de operações de vigilância hostil sobre dissidentes pró-democracia, a mando de Hong Kong e da China. As acusações incluem facilitar serviços de inteligência estrangeira entre dezembro de 2023 e maio de 2024 e entrada forçada em residência em 1º de maio.

Detalhes do caso

A acusação afirma que Yuen, ex-policial de Hong Kong, trabalhava no Office de Economia e Comércio de Hong Kong em Londres, e Wai atuava como funcionário da Border Force e voluntário na City of London Police. A dupla é acusada de monitorar dissidentes no Reino Unido, como Nathan Law, com mensagens entre eles indicando vigilância desde 2021.

A promotoria afirma que também houve coleta de inteligência sobre Monica Kwong, que deixou Hong Kong em dezembro de 2023 após ser acusada de fraude. O monitoramento envolveu a residência de Kwong em Pontefract, no norte da Inglaterra, com uso de enganação e força para tentar ingressar no imóvel.

Envolvidos e contexto

Wai é acusado de uso indevido de acesso a sistemas do interior do Ministério da Segurança Pública, por meio de sua função na Border Force. O Ministério das Relações Exteriores da China, por meio da Embaixada em Londres, alegou que as acusações são fabricadas e que o Reino Unido não tem direito de interferir nos assuntos de Hong Kong.

O caso ocorre em meio a tensões entre Reino Unido e China, período de crackdown de segurança em Hong Kong e recentes visitas de altos dirigentes britânicos à China, que buscam equilibrar segurança e relações econômicas.

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