- Defesa de Bolsonaro negou ciência prévia ou participação dele na gravação do vídeo de Eduardo, pedido de esclarecimentos foi feito em 24 horas por Moraes.
- Apesar da prisão domiciliar com restrições, incluindo proibição de celular e redes, a defesa afirma que Bolsonaro não tinha conhecimento do vídeo até ser intimação.
- O vídeo foi gravado na CPAC, nos Estados Unidos, e Eduardo afirma que mostrará ao pai e provará que não se pode calar um movimento injustamente.
- A defesa classifica o conteúdo como manifestação verbal de terceiro ocorrida no exterior, sem envolvimento de Bolsonaro ou uso de aparelhos vedados pela justiça.
- O PL Mulher informou que nenhum arquivo foi encaminhado por Eduardo para Michelle Bolsonaro.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirma que ele não descumpriu as medidas cautelares da prisão domiciliar. O alegado episódio envolve um vídeo que Eduardo Bolsonaro (PL-SP) disse ter gravado para ser apresentado ao pai.
Segundo a defesa, Bolsonaro não teve ciência prévia da gravação nem participou de sua divulgação. Os advogados afirmam ter tomado conhecimento do conteúdo apenas após a intimação judicial. Moraes havia determinado prazo de 24 horas para explicações.
A gravação teria sido feita durante a Conferência de Ação Conservadora (CPAC) nos EUA, com Eduardo dirigindo-se ao público. Na fala, ele diz que grava o vídeo para provar que “não se pode calar um movimento de forma injusta”.
A defesa sustenta que o conteúdo representa uma manifestação verbal de terceiro ocorrida no exterior e não envolve Bolsonaro. Não há indicação de qualquer comunicação atual entre pai e filho, nem uso de aparelhos vedados pela Justiça, segundo os advogados.
Eles destacam que Bolsonaro tem observado todas as condições impostas pelo tribunal e permanece em pleno cumprimento das medidas. O Partido Liberal (PL) também informou que nenhum arquivo foi encaminhado pela família para terceiros.
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