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STF tenta intimar Mário Frias para explicar emenda ligada à ONG de Bolsonaro

STF tenta intimar Mário Frias há mais de um mês para esclarecer repasses de emendas a ONG ligada à produtora de Dark Horse

O deputado Mário Frias, o senador Flávio Bolsonaro e o ator Jim Caviezel, que interpreta o ex-presidente Jair Bolsonaro no filme 'Dark Horse' (O Azarão), sobre a vida do ex-presidente brasileiro. — Foto: Reprodução/Redes Sociais
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  • O STF tenta há mais de um mês intimar o deputado Mário Frias para explicar repasses de emendas a uma ONG ligada à produtora do filme Dark Horse; oficiais de Justiça já tentaram contato na Câmara e em endereços do parlamentar, sem sucesso.
  • Frias sustenta que não houve dinheiro público na produção de Dark Horse e que o projeto é 100% privado, com capital privado e investimentos de empresários.
  • A emenda mencionada apontaria um repasse de R$ 2 milhões para a ONG ligada à obra; a defesa afirma que o projeto está em lançamento nos próximos meses.
  • A iniciativa para apurar os repasses partiu da deputada Tabata Amaral, que acionou o STF para investigar o chamado “ecossistema” de empresas envolvidas na produção, liderado por Karina Ferreira da Gama.
  • A Câmara informou ao STF que analisou as duas emendas citadas e não encontrou irregularidades; a prestação de contas pelas entidades beneficiárias ainda está em curso.

O STF tenta intimar o deputado Mário Frias (PL-SP) para esclarecer repasses de emendas a uma ONG vinculada à produtora do filme Dark Horse, que aborda a vida de Jair Bolsonaro. A solicitação envolve possíveis irregularidades na execução de recursos.

A ação é motivada por pedido da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), que aponta um ecossistema de empresas liderado por Karina Ferreira da Gama, produtora da obra, e envolve o financiamento do projeto.

Frias afirmou que não houve dinheiro público na produção e que o filme tem capital 100% privado. A defesa sustenta que Dark Horse representa investimento privado e será lançado em breve.

O STF já requisitou informações à Câmara, que informou não ter encontrado irregularidades em duas emendas citadas. A Casa destacou que a prestação de contas segue em curso pelas entidades beneficiárias.

Tentativas de localização do deputado ocorreram no gabinete dele, em Brasília, e também em endereço em São Paulo. Um oficial de Justiça esteve nos locais, sem sucesso, até o momento.

Segundo o caso, Frias chegou a destinar 2 milhões de reais a uma ONG ligada à obra. A tramitação no STF continua para esclarecer o uso das verbas de emendas e a relação com a produção.

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