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Até 1.000 vítimas ou mais dos abusos sexuais de Worboys, afirma Carrie Johnson

Carrie Johnson diz que vítimas de Worboys podem chegar a mil ou mais e vê a recusa da liberdade condicional como enorme alívio para as sobreviventes

John Worboys was sentenced in 2019 to life in prison with a minimum term of six years.
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  • Carrie Johnson, esposa do ex-primeiro-ministro Boris Johnson, afirmou que as vítimas de John Worboys podem chegar a mil, ou mais.
  • Worboys cumpre prisão perpétua após drogar mulheres em táxis, fingindo ter ganhado dinheiro.
  • A Parole Board informou recentemente que ele continua com alto risco de cometer novos crimes sexuais contra mulheres, e negou a liberdade condicional.
  • Johnson ajudou a levar Worboys à justiça e disse que mais mulheres entraram em contato dizendo ter sido atacadas.
  • Em dois mil e nove Worboys foi condenado por dezoito delitos sexuais contra doze mulheres entre 2006 e 2008; em dois mil e dezenove recebeu sentença de prisão perpétua com mínimo de seis anos.
  • Johnson conheceu Worboys em dois mil e sete, aos dezenove anos, quando esperava por ônibus em Chelsea; ele ofereceu levar até casa por cinco libras e tentou dopá-la com champanhe antes de retornar com vodca.

Carrie Johnson, esposa do ex-primeiro ministro Boris Johnson, afirmou que as vítimas do crime cometido por John Worboys podem chegar a 1.000 ou mais. Ela disse ter recebido relatos de mais mulheres que acreditam ter sido atacadas pelo motorista de táxi serial.

Worboys cumpre pena perpeta após drogarem passageiras em seu táxi, oferecendo bebidas adulteradas e simulando ter ganhado dinheiro. A junta de liberdade condicional indicou que ele continua com alto risco de cometer novos crimes sexuais contra mulheres. A decisão foi anunciada na semana passada.

Johnson participou de uma mobilização de vítimas que ajudou a manter Worboys atrás das grades. Em entrevista à imprensa britânica, ela explicou que os crimes, conhecidos desde 2000, ocorreram enquanto ele dirigia táxis até sua condenação em 2009. Ela acrescentou que, desde o início, muitas pessoas já haviam se manifestado.

Mais denúncias surgiram após a divulgação de uma dramatização televisiva do caso. Segundo ela, novas pessoas afirmam ter estado no táxi dele, o que pode contribuir para manter Worboys sob supervisão rigorosa por tempo indefinido. Ela incentivou as sobreviventes a buscar apoio e relatos.

Worboys foi condenado inicialmente em 2009 por 19 crimes sexuais ligados a ataques a 12 mulheres entre outubro de 2006 e fevereiro de 2008, recebendo uma pena de proteção pública com termo mínimo de oito anos. Em 2019, recebeu sentença de prisão perpeta com mínimo de seis anos após novas vítimas aparecerem.

A notícia de recusa de fiança ocorreu pouco antes de Worboys ser submetido a nova avaliação de liberdade condicional, prevista para ocorrer novamente em cerca de dois anos.

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