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Deolane Bezerra é indiciada por lavagem de dinheiro e sequestro de veículos

Polícia indicia Deolane Bezerra por lavagem de dinheiro e possível integração ao PCC; pedido de sequestro de veículos e ampliação de bloqueios patrimoniais

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  • Deolane Bezerra foi indiciada por lavagem de dinheiro e por integrar facção criminosa (Primeiro Comando da Capital); sete pessoas foram indiciadas, incluindo a influencer e Marcola.
  • O indiciamento ocorreu após relatório da Polícia Civil, que aponta evidências de autoria e de materialidade de organização criminosa e lavagem de capitais, com materiais apreendidos na Operação Vérnix.
  • o caso foi encaminhado à Justiça de São Paulo dois dias após Deolane ser citada em notícia de suposto plano de atentado contra o presidenciável Flávio Bolsonaro.
  • A polícia pediu sequestro de veículos, ampliação de bloqueios patrimoniais e custódia de joias e relógios, além de compartilhar informações com a Polícia Federal.
  • Deolane permanece presa desde a divulgação de informações iniciais; ela divulgou carta aberta negando os crimes e alegando perseguição e inocência.

Desde que foi indiciada por lavagem de dinheiro e por integrar o PCC, Deolane Bezerra figura no foco de uma investigação policial que também pediu o sequestro de bens. O indiciamento ocorreu nesta sexta-feira, 29, oito dias após sua prisão.

Ao todo, sete pessoas foram indiciadas, incluindo Deolane e Marco Willian Herbas Camacho, conhecido como Marcola. Marcola está preso desde 2019 e negou conhecer a advogada durante entrevista recente.

O relatório da Polícia Civil, relativo à Operação Vérnix, aponta apreensões que reforçam indícios de autoria e materialidade de organização criminosa e lavagem de capitais. O caso foi encaminhado à Justiça de São Paulo.

Avanços da investigação

A polícia pediu o sequestro de veículos como medida cautelar, além da ampliação dos bloqueios patrimoniais. Também requer a custódia de joias e relógios apreendidos, com compartilhamento de informações com a Polícia Federal.

Fontes citadas pelo portal Metrópoles indicam que novas diligências podem ocorrer para identificar demais envolvidos no esquema, que incluiria uma transportadora de fachada no interior paulista.

Contexto recente

Antes do indiciamento, Deolane havia sido apontada como recebendo repasses do esquema para lavagem de dinheiro do PCC. A influenciadora foi presa pela primeira vez em setembro de 2024.

Ela alega, em defesa, ter recebido os valores como prestação de serviços advocatícios e nega participação no crime. A investigação também envolve possível relação com planos de ataques a candidatos.

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