Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Cármen Lúcia: maioria dos juízes tem ética; quem não tem deve ser apontado

Cármen Lúcia afirma que a ética constitucional deve guiar Legislativo, Executivo e Judiciário; juízes sem compromisso devem ser apontados, no Congresso promovido pelo STJ

A ainda presidente do TSE parece subestimar o impacto dos deepfakes – Imagem: Alejandro Zambrana/TSE
0:00
Carregando...
0:00
  • A ministra Cármen Lúcia afirmou que a maioria dos juízes tem ética e que aqueles que não têm devem ser “apontados”, durante congresso promovido pelo STJ.
  • O evento, Congresso Internacional Estado de Direito e Ética Judicial, ocorreu em Brasília em paralelo ao Fórum de Lisboa.
  • Ela destacou a necessidade de ética constitucional de todos os poderes e ressaltou que juízes são humanos, com falhas e erros.
  • O painel discutiu a atuação do Judiciário e a confiança da população no trabalho dos magistrados, enfatizando imparcialidade, integridade e transparência.
  • O encontro contou com convidados como Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Hugo Motta e Michel Temer; entre juristas, circulou o apelido “anti-Gilmarpalooza”.

A ministra do STF Cármen Lúcia afirmou que a ética constitucional deve alcançar todos os poderes. A declaração ocorreu durante o Congresso Internacional Estado de Direito e Ética Judicial, promovido pelo Superior Tribunal de Justiça, em Brasília, nesta segunda-feira.

Ela destacou que o Judiciário precisa atuar com imparcialidade, integridade e transparência, lembrando que juízas e juízes são humanos e podem falhar. A ideia é ampliar a confiança pública no trabalho da Justiça.

Cármen Lúcia criticou a ideia de que eventuais equívocos sejam atribuídos a falhas institucionais permanentes, defendendo o ensino de democracia e do papel do juiz para a sociedade. A presidente do STF reforçou a necessidade de responsabilidade compartilhada.

Contexto e participação

O evento acontece paralelamente ao Fórum de Lisboa, com participação de figuras como o ministro Alexandre de Moraes e o anfitrião Gilmar Mendes. Também marcam presença o presidente da Câmara, Hugo Motta, e o ex-presidente Michel Temer.

Entre juristas, o circuito de Brasília é visto como contraponto ao fórum português, gerando o apelido informal anti-Gilmarpalooza. A programação foca na relação entre Estado de Direito, ética judicial e confiança pública.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais