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PF envia ao STF novos dados sobre pai e primo de Vorcaro

PF envia ao STF novos dados sigilosos sobre pai e primo de Vorcaro; 2ª Turma decide hoje se permanecem presos, empate pode gerar regime domiciliar

Polícia Federal envia novos dados de pai e primo de Vorcaro para gabinete de Mendonça
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  • A Polícia Federal enviou ao Supremo Tribunal Federal novos dados sobre o pai e o primo de Daniel Vorcaro, em sigilo, para anexar à investigação já existente.
  • Henrique Vorcaro (pai) e Felipe Cançado Vorcaro (primo) permanecem presos sob suspeita de atuar com um ex-banqueiro em crimes.
  • A 2ª Turma julga nesta terça-feira se mantêm as prisões; os votos até o momento são favoráveis à prisão.
  • O ministro Dias Toffoli não vota nesta sessão, após posição tomada sobre casos do Master envolvendo Arthur citada no processo.
  • Se houver empate, a decisão favorece o réu, permitindo que o pai e o primo vão para o regime domiciliar. Ainda faltam os votos de Gilmar Mendes e Nunes Marques.

A Polícia Federal enviou ao Supremo Tribunal Federal novos dados sobre a atuação do pai e do primo de Daniel Vorcaro. O conteúdo está sob sigilo e foi anexado ao que já consta na investigação relatada pelo ministro André Mendonça.

Henrique Vorcaro, pai, e Felipe Cançado Vorcaro, primo, estão presos sob suspeita de atuarem ao lado do ex-banqueiro em crimes não especificados. As informações enviadas pela PF ao gabinete de Mendonça integram o conjunto de elementos da apuração.

A 2ª Turma julga nesta terça-feira 16 se as prisões permanecem. Movimentação ocorre em meio a decisão sobre a continuidade da custódia, com o tribunal avaliando o caso envolvendo familiares do investigado.

Situação na 2ª Turma

André Mendonça já votou pela manutenção das prisões, assim como Luiz Fux. Ainda não houve manifestação de Gilmar Mendes e de Nunes Marques. Dias Toffoli não vota nesta pauta, devido a uma prática de não se manifestar em casos envolvendo Master após ser citado.

Se houver empate, o veredito favorece o réu, permitindo mudança para o regime de prisão domiciliar. A Polícia Federal não informou detalhes sobre a natureza dos novos dados salvo o sigilo. A decisão ainda não foi divulgada oficialmente.

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