- A Marinha britânica detectou um “pequeno problema técnico” no porta-aviões HMS Prince of Wales durante escala em Stavanger, no sudoeste da Noruega.
- A embarcação, que participa de operações envolvendo a Otan e o JEF, prossegue em águas nórdicas após deixar Loch Long, na Escócia.
- O Ministério da Defesa informou que o navio deve zarpar nos próximos dias, como parte de a Carrier Strike Group no Atlântico Norte e no Ártico.
- A HMS Prince of Wales recebeu apoio do destróier Type 45 HMS Duncan e do navio-tanque RFA Tidespring durante a viagem.
- O porta-aviões britânico tem capacidade para até setenta e dois aviões e pode abrigar cerca de mil e seiscentos tripulantes.
A Marinha do Reino Unido informou que a embarcação HMS Prince of Wales, porta-aviões de bandeira britânica, detectou um problema técnico durante escala em Stavanger, no sudoeste da Noruega. O incidente ocorreu enquanto a nave integrava operações com a Nato e a Coalizão JEF, e não houve indicação de feridos ou de risco imediato.
O Prince of Wales partia de Loch Long, na Escócia, para águas nórdicas com o objetivo de ampliar a presença britânica no Atlântico e no High North. A embarcação foi acompanhada pelo destróier Type 45 HMS Duncan e pelo navio-tanque RFA Tidespring, formando o Carrier Strike Group.
O Ministério da Defesa informou que o problema é classificado como técnico menor e que a tripulação continua em Stavanger, de onde a tripulação deve autorizar a saída em breve. O navio permanece com capacidade de operações, incluindo o transporte de até 72 aeronaves e até 1.600 pessoas a bordo.
Contexto operacional
A autoridade britânica ressaltou que o objetivo da missão é manter a dissuasão e a presença no Atlântico e no Ártico, com monitoramento de rotas estratégicas e cooperação com aliados. O grupo tem atuado em várias frentes desde a saída de Loch Long, buscando manter capacidade de mobilização para eventuais requerimentos adicionais.
Histórico de manutenção e exercícios
O Prince of Wales costuma ficar baseado em Portsmouth e já teve incidentes anteriores, incluindo problemas no eixo de hélice de outras unidades da esquadra. A frota britânica também encerrou exercícios com níveis de disponibilidade que vêm sendo avaliados em termos de capacidade global.
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