- O Leste da Inglaterra tornou-se a única região britânica com aumento nas populações de voles aquáticos, incluindo o Rio Colne, em Essex.
- Um programa de erradicação de mink, com participação do Essex Wildlife Trust (EWT) e do Waterlife Recovery Trust (WRT), ajudou a reorganizar a vida selvagem local.
- Segundo o EWT, houve “explosão” de voles aquáticos e o projeto é visto como a culminação de 25 anos de esforços.
- Dados históricos apontam queda de 97% no total de voles desde 1950 e redução de 83% em locais com sinais da espécie até 2006, antes da recuperação.
- Além de Essex, avanços ocorreram também em Norfolk, Suffolk, Cambridgeshire e Hertfordshire, com as armadilhas flutuantes equipadas com excluders ajudando a controlar os mink.
O projeto de proteção de animais fluviais, com foco na erradicação de mustelídeos invasores, mostra resultados no leste da Inglaterra. Espécimes aquáticos, as voles, começam a se reproduzir no rio Colne, em Essex, além de outras áreas da região leste.
Os dados indicam que o leste da Inglaterra virou a única região britânica com aumento populacional de voles aquáticos. A recuperação acontece após décadas de ações e de controle de martas. A iniciativa envolve parceiros como Essex Wildlife Trust e Waterlife Recovery Trust.
Até pouco tempo, o Colne enfrentava queda acentuada das voles por causa de mink, espécie introduzida nos anos 1960. Estudos desde os anos 1990 mostraram queda de 83% em locais com sinais de voles até 2006.
Segundo os organizadores, eliminar os mink no Essex e em áreas vizinhas foi uma decisão difícil, mas necessária para a recuperação da fauna. Os responsáveis afirmam que o objetivo é permitir o rebound da vida selvagem ao longo do rio.
As armadilhas flutuantes, com excluders, permanecem na estratégia para capturar mink sem prejudicar voles e aves. O método tem sido aplicado em várias áreas, incluindo Norfolk, Suffolk, Cambridgeshire e Hertfordshire.
O programa também busca modelos eficazes de controle de mink e disseminação de boas práticas entre grupos regionais. A equipe ressalta que voles são parte essencial do ecossistema, ajudando a criar microhabitats para outras espécies.
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