- Grupo de 57 países, principalmente do sul global, realizou o 1º cume TAFF em Santa Marta, Colômbia, de 24 a 29 de abril de 2026.
- O objetivo é acelerar a transição para energia renovável e eliminar combustíveis fósseis, com políticas nacionais e cooperação regional.
- O principal resultado foi uma declaração conjunta com prazos para eliminação gradual de carvão, petróleo e gás natural, além da criação de uma plataforma de compartilhamento de conhecimento entre os membros.
- Defensores do meio ambiente destacam que a ação coletiva pode servir de modelo para outros países, especialmente onde a indústria de fósseis é relevante.
- Desafios apontados incluem financiamento da transição, justiça social e impactos econômicos, com apelo a maior apoio internacional e investimentos para uma transição justa.
Foi realizada em Santa Marta, na Colômbia, entre 24 e 29 de abril de 2026, a cúpula inaugural TAFF. Reunindo 57 nações, a maioria do Sul Global, o encontro marcou o nascimento da chamada Santa Marta Coalition, dedicada à transição de energias fósseis para renováveis.
Os participantes representam África, Ásia e América Latina, e houve ênfase na cooperação regional. A pauta incluiu políticas nacionais para energia renovável, eficiência energética e mecanismos de transição justa para trabalhadores e comunidades.
Como principal resultado, foi adotada uma declaração conjunta com prazos para a eliminação gradual de carvão, petróleo e gás natural. Também ficou acordada a criação de uma plataforma de compartilhamento de conhecimento entre os Estados membros.
A plataforma visa disseminar melhores práticas técnicas e de implementação, além de facilitar o intercâmbio entre governos. Entidades ambientais destacaram o papel do grupo como possível modelo para outras nações.
Foram discutidos ainda desafios de financiamento, equidade social e impactos econômicos. Os participantes pediram maior apoio e investimento internacionais para viabilizar a transição de modo justo.
Declaração e próximos passos
O acordo formaliza metas de descarbonização e sinaliza compromissos de cooperação técnica entre os países participantes. A coalizão planeja etapas adicionais para monitorar o avanço e compartilhar resultados.
Desafios e apoio internacional
Especialistas ressaltam a necessidade de financiamento estável e de políticas que protejam trabalhadores. As nações pedem recursos e assistência para estruturar projetos de energia limpa e redes de distribuição eficientes.
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