- Bitcoin encerrou 2025 com perda anual de cerca de 6%, a primeira em vermelho após o halving.
- O movimento quebra o ciclo de quatro anos que guiou os maiores mercados de alta anteriores (2013, 2017 e 2021).
- Atualmente, o bitcoin opera próximo de US$ 88.700, cerca de 30% abaixo da máxima de outubro.
- O preço passa a ser mais influenciado por ETFs, capital institucional e condições de liquidez macro do que pelo halving.
- A cobertura acompanha as atualizações em tempo real sobre o que acontece no mercado de criptomoedas em 2 de janeiro.
Bitcoin encerrou 2025 com uma queda anual de cerca de 6%, a primeira no vermelho após um halving. A criptomoeda líder rompeu o que era visto como parte de um padrão de ciclos de quatro anos. O preço fica próximo de US$ 88.700, cerca de 30% abaixo da máxima de outubro.
O movimento acontece em meio a fatores que vão além do halving, como menor participação de ETFs, capital institucional em ajuste e condições macroeconômicas que influenciam a liquidez. O Bitcoin passa a ter identidade menos ligada ao halving, segundo analistas.
Quem está no centro da pauta são ETFs de criptomoedas, grandes investidores institucionais e o desempenho do conjunto de mercados digitais. A leitura atual sugere que a dinâmica de preço passa a depender de fluxos de capital e de condições macro.
Quando: fim de 2025 e início de 2026. Onde: mercado global de criptomoedas, com referência ao Bitcoin como ativo principal. Por quê: a combinação de fatores estruturais, liquidez e mudanças na demanda institucional molda o movimento recente.
Contexto de mercado
- ETFs de criptomoedas mostraram saídas de fluxo na última sessão de trading de 2025.
- O preço recuou desde a máxima de outubro, sinalizando menor impulso de compra institucional.
- O ambiente macro permanece influente para liquidez e volatilidade no setor.
Desdobramentos recentes
- Analistas apontam que o halving já não determina sozinho o comportamento dos preços.
- A cobertura de risco e a percepção de valor de ativos digitais passam por revisão entre investidores institucionais.
- A cobertura regulatória e as estratégias de gestão de risco permanecem em destaque para o setor.
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