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Ranking dos dez exércitos mais poderosos do mundo

Ranking de poder bélico coloca Estados Unidos na liderança, com gastos anuais de 716 bilhões de dólares; Brasil fica fora do top dez

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  • Estados Unidos lidera o ranking, com cerca de 1,28 milhão de militares, gasto anual de 716 bilhões de dólares e arsenal nuclear.
  • Rússia fica em segundo, com aproximadamente 1,01 milhão de militares, gasto de 44 bilhões de dólares e arsenal nuclear.
  • China ocupa a terceira posição, com 2,18 milhões de militares, gasto de 224 bilhões de dólares e arsenal nuclear.
  • França aparece em quarto, com 205 mil militares, gasto de 40,5 bilhões de dólares e arsenal nuclear; Reino Unido é quinto, com 150 mil militares, gasto de 47,5 bilhões e arsenal nuclear.
  • O Brasil não está entre os dez mais; tem 334,5 mil militares, gasto de 29,3 bilhões de dólares e não possui armas nucleares, sendo a maior força militar da América do Sul fora do top 10.

O ranking apresentado analisa o poder bélico de nações com base no efetivo, gastos militares e arsenal. A primeira versão utiliza dados do IISS, a principal organização independente que monitora forças armadas. Também incorpora a leitura de especialistas, como Ricardo Bonalume Neto, para compreender o peso dos armamentos modernos.

Foram considerados efetivo, gasto anual e arsenal de cada país. O estudo cita o uso de armamentos modernos, tecnologia de defesa e capacidade nuclear. Valores de 2019 complementam o quadro, conforme o dossiê Exércitos do Mundo.

1. Estados Unidos

Efetivo: 1.281.900. Gasto: 716 bilhões de dólares. Armas nucleares: sim. Detém a maior frota naval do mundo, com porta-aviões nucleares, e o maior arsenal nuclear. A infraestrutura de defesa sustenta tecnologia de ponta em hardware e software.

2. Rússia

Efetivo: 1.013.128. Gasto: 44 bilhões de dólares. Armas nucleares: sim. Herdeira da ex-URSS, mantém grande efetivo e pesquisa avançada. Enfrenta limitações de compra de equipamentos modernos devido ao orçamento.

3. China

Efetivo: 2.183.000. Gasto: 224 bilhões de dólares. Armas nucleares: sim. População ampliou significativamente a modernização do arsenal com o crescimento econômico recente. A força é numerosa, com avanços tecnológicos.

Consolidação de capacidades estratégicas

4. França

Efetivo: 205.000. Gasto: 40,5 bilhões. Armas nucleares: sim. Força nuclear própria e indústria de defesa robusta, destacando tanques Leclerc e aeronaves Mirage.

5. Reino Unido

Efetivo: 150.000. Gasto: 47,5 bilhões. Armas nucleares: sim. Marinha tradicionalmente forte, com uma parafernália de mísseis; forças terrestres bem equipadas.

6. Coreia do Norte

Efetivo: 1.280.000. Gasto: 7,5 bilhões. Armas nucleares: sim. Um dos estados mais militarizados, com grande arsenal convencional e desenvolvimento nuclear.

Continuidade de capacidades regionais

7. Índia

Efetivo: 1.362.500. Gasto: 55,2 bilhões. Armas nucleares: sim. Potência regional com grandes contingentes e arsenal nuclear credenciado, em disputa com o Paquistão.

8. Paquistão

Efetivo: 654.000. Gasto: 10,8 bilhões. Armas nucleares: sim. Potência nuclear regional que mantém equilíbrio de poder com a Índia, com informações limitadas sobre o tamanho do arsenal.

9. Coreia do Sul

Efetivo: 625.000. Gasto: 49,1 bilhões. Armas nucleares: não. Protegida pelos EUA, tecnologia e equipamento de ponta compõem as tropas para defesa diante da fronteira com a Coreia do Norte.

10. Israel

Efetivo: 170.000. Gasto: 19,6 bilhões. Armas nucleares: sim. Força treinada, tecnologia aérea avançada e capacidade industrial que produz armas modernas, incluindo o tanque Merkava.

Brasil

Efetivo: 334.500. Gasto: 29,3 bilhões. Armas nucleares: não. Não está entre os 10 primeiros, mas figura como o mais bem armado da América do Sul. Contemporiza investimentos com necessidade regional e fronteiras estáveis.

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