- O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou ter mantido o direito de “militarmente assegurar” a base aérea conjunta EUA-Reino Unido no arquipélago de Chagos.
- As declarações ocorreram após conversas “produtivas” com o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer.
- Trump disse entender que o acordo de Starmer, segundo muitos, foi o melhor que ele conseguiu, citando um pacto de 2025 para ceder a soberania do arquipélago, que inclui Diego Garcia.
- O ex-presidente já havia criticado o acordo, chamando-o de “fraqueza total” e “grande estupidez”.
- Se o contrato de aluguel falhar no futuro ou houver ameaça às operações americanas, Trump afirma manter o direito de militarmente assegurar e reforçar a presença dos EUA em Diego Garcia.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou ter mantido o direito de “garantir militarmente” uma base aérea conjunta dos EUA e Reino Unido no arquipélago de Chagos, após conversas consideradas produtivas com o premier britânico, Keir Starmer. A afirmação foi publicada por Trump em redes sociais.
Segundo Trump, o acordo de Starmer, visto por muitos como o melhor possível, envolve a cessão de soberania sobre o arquipélago, que abriga Diego Garcia, onde fica a base conjunta. O conteúdo exato do acordo e as condições associadas não foram detalhados.
Trump havia criticado o que chamou de fraqueza e estupidez do acordo. Em suas palavras, caso o contrato futuramente falhe ou haja ameaça às operações e forças dos EUA na base, ele mantém o direito de reforçar a presença americana em Diego Garcia.
O Palácio de Buckingham não respondeu de imediato a pedidos de comentário. O governo britânico ainda não confirmou detalhes adicionais sobre o acordo ou sobre a posição oficial diante das reações. Não houve informações oficiais sobre datas futuras ou impactos a longo prazo.
– Reportagem de Costas Pitas e Bhargav Acharya; redação de Christian Martinez.
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