- Israel lançou um ataque preventivo contra o Irã neste sábado, visando remover ameaças ao Estado de Israel.
- O ataque dos Estados Unidos contra alvos no Irã está em curso; o alcance das operações ainda não está claro.
- Explosões foram ouvidas em Teerã e o líder supremo, Ayatollah Ali Khamenei, não estava na capital, tendo sido transferido para um local seguro.
- A operação foi planejada meses em coordenação com Washington; Israel fechou o espaço aéreo e escolas e locais de trabalho foram afastados.
- Diplomacia tentou evitar uma escalada, mas EUA e Israel exigem que qualquer acordo com o Irã inclua desmantelamento da infraestrutura nuclear; Teerã disse que discutiria restrições ao programa nuclear, sem vinculá-lo a mísseis.
Israel lançou um ataque preventivo contra o Irã neste sábado, e uma operação militar dos Estados Unidos segue em curso, ampliando o confronto na região e reduzindo as chances de uma solução diplomática para o programa nuclear iraniano.
Segundo autoridades dos EUA, várias ações foram iniciadas contra alvos no Irã, com o alcance exato ainda não claro. Um oficial iraniano citou que Teerã planejava retaliação contundente caso o ataque avance.
Fontes próximas aos governos afirmam que o líder supremo iraniano, Ayatollah Ali Khamenei, não se encontrava em Teerã e foi transferido para um local seguro. A operação foi anunciada como resultado de meses de planejamento conjunto.
Contexto e reação inicial
Explosões foram registradas em Teerã, segundo a imprensa local, e sirenes soaram em várias áreas de Israel pela manhã, como medida de alerta público. O governo israelense disse que o ataque visa eliminar ameaças ao país.
A indústria de aviação civil sofreu restrições, com fechamento do espaço aéreo israelense e orientação para evitar deslocamentos aos aeroportos. Autoridades ressaltaram que medidas são preventivas.
O objetivo declarado de Israel é desintegrar a infraestrutura nuclear do Irã, não apenas interromper o enriquecimento. Washington mantém que qualquer acordo deve exigir restrições ao programa de mísseis iranianos, além da contenção nuclear.
Teerã indicou disposição para discutir limites ao seu programa nuclear, desde que haja suspensão de sanções, mas afastou a ideia de vincular o tema a mísseis. O país assegurou que se defenderá de ataques.
No passado, em junho, EUA e Israel já realizaram ações contra instalações nucleares iranianas. Na ocasião, Teerã respondeu com ataques a bases americanas na região.
Especialistas destacam que o conflito ameaça a estabilidade regional e pode comprometer esforços diplomáticos. Autoridades ocidentais reforçam a necessidade de evitar escaladas desproporcionais.
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