- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que os EUA e Israel lançaram operações de combate contra o regime iraniano, com justificativas de defesa e de impedir o Irã de obter armas nucleares.
- Reações internacionais começaram a emergir, com líderes da União Europeia, Canadá, Austrália e Omã reagindo de forma crítica ou pedindo moderação e diálogo.
- O grupo E3 (França, Alemanha e Reino Unido) afirmou não ter participado dos ataques, mas pediu coordenação com parceiros e a retomada de negociações, além de condenar ataques iranianos.
- Diversos parlamentares dos Estados Unidos elogiaram a ação, enquanto outros alertaram para riscos de uma escalada e defenderam novas posições legislativas para revisar o uso da força.
- Autoridades russas classificaram o ataque como agressão premeditada contra um Estado-membro da Organização das Nações Unidas, destacando a preocupação com a estabilidade regional.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na madrugada de sábado que EUA e Israel lançaram operações de combate contra o regime iraniano. O anúncio chegou após ações militares coordenadas e gerou reações internacionais rápidas, com debates entre apoiadores e opositores dentro do Congresso americano sobre o objetivo e a escalada do conflito. A justificativa oficial inclui defesa dos cidadãos americanos, contenção de ataques por parte de proxies e a prevenção de um arsenal nuclear iraniano.
Capas de autoridade internacionais e legisladores americanos passaram a avaliar o desdobramento. Observadores destacam que, desde o início do ano, Trump apresentou variações de justificativas para uma intervenção prévia, incluindo punição ao regime e neutralização de capacidades nucleares. A resposta inicial do governo americano enfatiza a proteção de civis e a necessidade de impedir ações hostis do Irã na região.
Foi sinalizado que o ataque envolve uma gama ampla de alvos, incluindo lideranças iranianas, segundo relatos de bastidores de briefings. O Comitê de Inteligência do Senado e o Grupo Oito de legisladores com acesso a informações sigilosas acompanharam as reações, com parlamentares expressando preocupações sobre o risco de escalada e a legalidade do uso da força sem, ainda, aprovação formal do Congresso.
Reações globais
Francês, alemão e britânico, em declaração conjunta, afirmam que não participaram dos ataques, mas continuam em estreita comunicação com parceiros e pedem retomada de negociações. O grupo europeu também ressalta a necessidade de proteger civis e cumprir o direito internacional.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse, em confirmação publicada, que a UE coordenará ações para proteger seus cidadãos na região e pediu moderação de todas as partes, observando o respeito ao direito internacional.
Do Canadá, o primeiro-ministro e o ministro das Relações Exteriores afirmam que o Irã é fonte de instabilidade na região, garantindo o direito de defesa de Israel e apoio à atuação dos EUA para impedir o avanço nuclear do regime. Austrália também expressou apoio aos esforços para impedir o programa nuclear iraniano.
O ministro de negócios de Omã, mediador nas negociações indiretas entre EUA e Irã, manifestou preocupação com a escalada e pediu que os EUA não se envolvam em uma guerra maior, ressaltando impactos sobre civis.
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia qualificou a ação como agressão premeditada contra um estado-membro da ONU, destacando a mobilização militar como indicativo de um ataque unilateral e sem provocação.
Congresso dos EUA
Senadores republicanos elogiam a decisão de Trump, destacando suposta coragem e eficiência na missão. Por outro lado, senadores democratas questionam a amplitude dos ataques e o risco de levar os EUA a um conflito mais amplo no Oriente Médio.
Alguns democratas defendem o retorno do Legislativo à sessão para votar medidas que elevem o peso do Orçamento de Guerra, buscando mecanismos que limitem a escalada de hostilidades contra o Irã.
Entre os congressistas, há pedidos para reconvocação urgente para discutir propostas de war powers visando bloquear ações adicionais, sob a expectativa de que o debate seja transparente e com participação de representantes.
Outros deputados destacam que o uso da força sem aprovação formal pode gerar custos humanos e estratégicos, pedindo avaliação cuidadosa de consequências regionais e internacionais.
No âmbito interno, figuras de longa atuação na área de segurança nacional afirmam que a ação representa escolha de guerra sem um objetivo claro, alertando para consequências imprevisíveis na região.
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