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Executivos de defesa vão à Casa Branca conforme reduzem estoques no Irã

Executivos de grandes fabricantes de defesa se reúnem na Casa Branca para acelerar produção de armas, diante da diminuição de estoques após ataques ao Irã

Lockheed Martin logo is seen in this illustration taken July 26, 2025. REUTERS/Dado Ruvic/Illustration
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  • A administração Trump planeja encontro com executivos dos maiores fornecedores de defesa no White House na sexta, para discutir acelerar a produção de armas.
  • Participantes incluem Lockheed Martin e RTX (Raytheon) e outros fornecedores, em reunião privada.
  • A reunião reforça a urgência em abastecer estoques de armas após operações recentes no Irã e uso de munições em conflitos, com queda dos estoques desde 2022.
  • O governo trabalha em pedido orçamentário suplementar de cerca de $50 bilhões para repor armas usadas, com liberação possível ainda nesta sexta.
  • A Raytheon firmou acordo para aumentar a produção de Tomahawk a até 1.000 unidades por ano; há pressão para priorizar produção sobre pagamentos a acionistas, com lista de contratantes com baixo desempenho e prazo de 15 dias para planos de melhoria.

O governo dos EUA pretende reunir executivos dos maiores contratados de defesa no Salão Oval, na Casa Branca, nesta sexta-feira. O objetivo é discutir o aceleramento da produção de armas para recompor estoques diante de operações recentes contra o Irã e outras frentes militares.

Participantes convidados incluem Lockheed Martin e a RTX, controladora da Raytheon, além de outros fornecedores estratégicos. As pessoas envolvidas, que pediram anonimato, afirmam que o encontro visa impulsionar a fabricação de munições e sistemas bélicos.

A reunião ocorre em meio a pressões do Pentágono por reforçar estoques após operações com mísseis Tomahawk, caças F-35 e drones de ataque de curto alcance. A pauta central seria aumentar a cadência de produção para atender demandas futuras.

Segundo apuração, o vice-secretário de Defesa, Steve Feinberg, lidera o trabalho no Pentágono sobre um pedido orçamentário suplementar, estimado em cerca de 50 bilhões de dólares, potencialmente liberado já nesta sexta. O montante priorizaria reposição de armas utilizadas em conflitos recentes.

Tomahawks e outras munições com maior alcance têm sido objeto de esforços de rampagem de produção. A RTX tem acordo com o Pentágono para elevar a produção de mísseis a até 1.000 unidades anuais, com compras previstas para 2026.

O governo tem intensificado a pressão sobre fabricantes para priorizar produção e reduzir pagamentos aos acionistas. Em janeiro, o presidente assinou ordem executiva para identificar contratos com desempenho abaixo do esperado, com eventual término.

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