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Israel afirma ter eliminado o chefe da Segurança do Irã, Ali Larijani

Israel afirma ter eliminado Ali Larijani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, e o general Gholamreza Soleimani, chefe dos Basij, ampliando tensões

Ali Larijani em foto de 2025 – foto: Anwar Amro/AFP
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  • O governo de Israel afirmou que matou Ali Larijani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, e o general Gholamreza Soleimani, chefe da milícia Basij, durante a noite anterior.
  • O anúncio foi feito pelo ministro da Defesa de Israel, que informou que o ataque eliminou os dois dirigentes iranianos.
  • Ali Larijani é uma figura central na república islâmica, com atuação em áreas como cultura, rádio e televisão, programa nuclear e liderança parlamentar.
  • O gabinete do primeiro-ministro informou que Netanyahu ordenou aos militares a continuidade da perseguição a dirigentes do regime iraniano.
  • A operação ocorreu após a morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, no início da campanha israelense-americana, conforme mencionado pelo governo israelense.

O governo de Israel informou que matou Ali Larijani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, e o general Gholamreza Soleimani, chefe dos Basij, durante a noite. A operação foi sequenciada pelo exército de Israel, segundo a declaração oficial.

Larijani foi uma figura central da República Islâmica, com atuação em áreas como cultura, comunicação pública, negociações sobre o programa nuclear e liderança parlamentar. Sua trajetória inclui cargos de destaque ao longo de décadas no governo iraniano.

Soleimani comanda o Basij, a milícia islâmica de repressão interna. A ofensiva ocorreria no contexto de tensões entre Israel e o Irã, conforme o anúncio do ministro da Defesa de Israel.

O relato cita que os dois dirigentes teriam sido eliminados na noite anterior, segundo o chefe do Estado-Maior israelense.

Contexto

O governo israelense indicou que a ação faz parte da estratégia de perseguir dirigentes do regime iraniano, alinhada com declarações do primeiro-ministro. A operação foi anunciada após a morte do líder supremo Ali Khamenei, no início da chamada campanha israelense-americana, em 28 de fevereiro.

Larijani já havia feito ameaças públicas, incluindo críticas a Donald Trump, em respostas a ataques de Israel e dos EUA. Em outra ocasião, ele sinalizou disposição para uma guerra prolongada, mantendo posição firme frente a pressões externas.

O anúncio também reforça o entrelaçamento de autoridades iranianas com o atual entendimento de segurança do país e o papel de Soleimani na estrutura de poder internal do Irã. O Irã, por sua vez, não confirmou detalhes oficiais do episódio até o momento.

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