- Meta está reduzindo seus estúdios de jogos de realidade virtual (VR) e Jason Rubin deixará o cargo em março.
- Rubin tornou-se chefe dos estúdios de jogos da Oculus em dois mil e catorze, pouco depois da compra pela Meta, e liderou conteúdos de VR desde então.
- Ele também participou de negociações que levaram a parcerias potencialmente “killer apps”, como Rock Band VR, Assassin’s Creed e outros projetos.
- Nos últimos tempos, a Meta tem cortado unidades de VR e reduzido equipes em suas aquisições anteriores.
- Rubin informou sua saída dizendo que “agora parece ser um bom momento” para deixar a empresa.
Jason Rubin deixará a Oculus Studios, unidade de jogos de realidade virtual da Meta, em março. A mudança ocorre em meio a mudanças estruturais na empresa, que vem reduzindo seu investimento em estúdios de VR.
Rubin ocupava o cargo desde 2014, pouco após a aquisição da Oculus pelo Facebook. Ao longo dos anos, liderou conteúdo de realidade virtual e negociou acordos que, segundo informações, poderiam ter rendido títulos relevantes, como rock band em VR e outras parcerias com franquias conhecidas.
A Meta tem reestruturado seus estúdios de VR e, conforme reportado, vem “gutting its studios”. Rubin comunicou a saída por meio de uma mensagem, publicada em X, afirmando que o momento é adequado para partir. A informação reforça o recorte estratégico da company no setor de VR.
Contexto: mudanças na estratégia de VR da Meta
- A empresa tem acelerado o redesenho de seus investimentos em conteúdo de realidade virtual, com foco em reduzir a carteira de estúdios internos.
- A saída de Rubin representa mais uma mudança nas lideranças de áreas-chave de VR, em meio a dúvidas sobre o futuro de projetos ainda em desenvolvimento.
- Não há detalhes oficiais sobre substitutos ou novos acordos que substituam as parcerias promovidas por Rubin ao longo do tempo.
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