- STF determinou a 3ª fase da Operação Compliance Zero, com nova prisão preventiva de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e cumpridos mandados em São Paulo e Minas Gerais.
- O ministro André Mendonça, relator dos inquéritos, autorizou a prisão de Vorcaro pela segunda vez no âmbito da operação.
- Além das prisões, foram expedidos 15 mandados de busca e apreensão e ordens de afastamento de cargos públicos.
- Foi determinado o sequestro e o bloqueio de bens até R$ 22 bilhões para interromper a movimentação de ativos do grupo investigado.
- As investigações, com apoio do Banco Central, apuram organização criminosa envolvida em ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos.
Nesta quarta-feira (4), a Polícia Federal deflagrou a 3ª fase da Operação Compliance Zero, com mandados de prisão preventiva cumpridos em São Paulo e Minas Gerais. Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, está entre os alvos.
O STF autorizou a continuidade das investigações e designou o ministro André Mendonça como relator dos inquéritos. A decisão envolve quatro prisões preventivas, 15 mandados de busca e apreensão e afastamentos de cargos públicos.
Para Mandelonça, o objetivo é interromper a movimentação de ativos e preservar valores relacionados às supostas irregularidades. O sequestro e bloqueio de bens atingem até 22 bilhões de reais.
As apurações contam com apoio do Banco Central. A PF investiga possíveis ameaças, corrupção, lavagem de dinheiro e invasões de dispositivos informáticos praticadas por organização criminosa.
O Banco Master figura como instituição de médio porte com atuação no atacado e varejo. Em 2025, houve debate público sobre a incorporação de ativos pelo BRB, após aprovação do Conselho Monetário Nacional.
O montante bloqueado destaca o tamanho potencial dos impactos para clientes e para a operação da instituição, ainda sem manifestação pública da defesa de Vorcaro. A investigação segue em andamento.
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