Os galpões logísticos de alto padrão no Brasil estão com a taxa de vacância em 8,4%, a menor desde o início da série histórica em 2013, segundo a consultoria JLL. Em comparação, a taxa era de 10% em 2022 e 11% em 2021. Esse cenário reflete o crescimento do comércio eletrônico durante a pandemia e […]
Os galpões logísticos de alto padrão no Brasil estão com a taxa de vacância em 8,4%, a menor desde o início da série histórica em 2013, segundo a consultoria JLL. Em comparação, a taxa era de 10% em 2022 e 11% em 2021. Esse cenário reflete o crescimento do comércio eletrônico durante a pandemia e a entrada de plataformas estrangeiras, além do fenômeno do “atacarejo”.
Ao final de 2024, o Brasil contava com 34,1 milhões de metros quadrados de galpões logísticos, o que equivale a mais de 4 mil campos de futebol. A maior concentração desses armazéns está em São Paulo, seguido por Minas Gerais e Rio de Janeiro, com 10% e 9%, respectivamente. O ano registrou uma absorção bruta de 4,3 milhões de metros quadrados, o maior volume em cinco anos, enquanto a absorção líquida foi de 2,6 milhões de metros quadrados.
Em São Paulo, a vacância foi de 8,6%, e a alta demanda elevou os preços dos aluguéis para mais de R$ 30 por metro quadrado, encerrando 2024 em R$ 31. Para 2025, a expectativa é que cerca de 2 milhões de metros quadrados de novos galpões sejam entregues, o que deve aumentar a taxa de vacância. Um dos principais empreendimentos será um novo condomínio na região metropolitana de Vitória, que será o maior do país, com mais de 600 mil metros quadrados de área.
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