O Centro de Operações da Prefeitura do Rio (COR) identificou um padrão curioso em seu monitoramento de trânsito. Técnicos observaram um congestionamento no Aterro do Flamengo, especificamente às terças e quintas-feiras, entre 4h e 5h30 da manhã. Após análise, descobriram que o que parecia ser um engarrafamento era, na verdade, um grande número de ciclistas […]
O Centro de Operações da Prefeitura do Rio (COR) identificou um padrão curioso em seu monitoramento de trânsito. Técnicos observaram um congestionamento no Aterro do Flamengo, especificamente às terças e quintas-feiras, entre 4h e 5h30 da manhã. Após análise, descobriram que o que parecia ser um engarrafamento era, na verdade, um grande número de ciclistas utilizando a via.
Esse fenômeno ocorre devido à área de proteção estabelecida para a circulação de bicicletas, que permite que os ciclistas transitem com segurança durante esse período. A velocidade média das bicicletas, que é significativamente inferior ao limite da via de 90 km/h, levou o sistema de monitoramento a interpretar erroneamente a situação como um congestionamento.
A situação destaca a importância de considerar diferentes modos de transporte na análise de tráfego urbano. A presença crescente de ciclistas, especialmente em horários específicos, pode impactar as estatísticas de trânsito e a percepção de congestionamento nas vias da cidade. Essa descoberta pode levar a ajustes nas estratégias de monitoramento e gestão do tráfego na capital fluminense.
Entre na conversa da comunidade