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Cães policiais se aposentam com homenagem no Batalhão da Guarda Presidencial

- Cerimônia no Batalhão da Guarda Presidencial homenageou 24 cães aposentados. - Cães receberam medalhas e foram adotados por seus antigos condutores. - Ravena, cadela com síndrome de Wobbler, foi adotada pelo cabo Rochedo. - Adoção prioriza antigos parceiros; critérios rigorosos garantem bem-estar. - Cães atuaram em diversas missões, incluindo detecção de explosivos e patrulhamento.

Na manhã desta quarta-feira, 29 de janeiro de 2024, 24 cães de oito instituições policiais e militares foram oficialmente aposentados em uma cerimônia no Batalhão da Guarda Presidencial (BGP), em Brasília. O evento destacou a importância do trabalho desses animais, que dedicaram anos à segurança pública. O general de divisão Ricardo Piai Carmona, comandante militar […]

Na manhã desta quarta-feira, 29 de janeiro de 2024, 24 cães de oito instituições policiais e militares foram oficialmente aposentados em uma cerimônia no Batalhão da Guarda Presidencial (BGP), em Brasília. O evento destacou a importância do trabalho desses animais, que dedicaram anos à segurança pública. O general de divisão Ricardo Piai Carmona, comandante militar do Planalto, enfatizou que “esses animais cumpriram sua missão com louvor” e agora desfrutarão de um “destino digno”.

A cerimônia contou com a presença de representantes das forças armadas e do Ministério da Agricultura e Pecuária. Os cães, que frequentemente são adotados pelos próprios condutores, receberam medalhas de honra e mérito. O processo de adoção é rigoroso, priorizando os servidores que trabalharam diretamente com os animais. Caso não haja interesse, a adoção é aberta a outros profissionais da mesma seção.

Entre os aposentados, destaca-se Ravena, uma cadela da raça Dobermann Pinscher, que foi adotada pelo cabo Rubens Rochedo após ser diagnosticada com a síndrome de Wobbler, uma condição que afeta a coluna. Rochedo expressou seu carinho pela cadela, afirmando que “ela merece viver uma vida tranquila”. A idade média de aposentadoria dos cães policiais varia entre sete e oito anos, mas problemas de saúde podem antecipar esse processo.

Os cães policiais são treinados desde filhotes, com um processo que dura de um ano e meio a dois anos. Durante suas carreiras, eles atuaram em diversas funções, incluindo a detecção de drogas e explosivos, além de missões de busca e resgate. A aposentadoria desses animais reforça o compromisso com o cuidado e respeito aos que serviram à segurança do país.

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