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Distrito Federal registra recorde histórico em transplantes de coração, fígado e medula óssea em 2024

- Em 2024, o Distrito Federal registrou 456 transplantes, recorde histórico. - Transplantes de coração e fígado aumentaram 60% e 7%, respectivamente. - Medula óssea teve crescimento superior ao dobro desde 2020, com 230 transplantes. - Nove novas instituições foram credenciadas para transplantes desde 2022. - A doação de órgãos é vista como um ato de solidariedade essencial para a vida.

A rede de saúde do Distrito Federal registrou um recorde de transplantes em 2024, com destaque para os procedimentos de coração, fígado e medula óssea, que alcançaram os maiores números dos últimos cinco anos. No total, foram realizados 456 transplantes de órgãos em apenas seis meses, refletindo um esforço conjunto das equipes de saúde e […]

A rede de saúde do Distrito Federal registrou um recorde de transplantes em 2024, com destaque para os procedimentos de coração, fígado e medula óssea, que alcançaram os maiores números dos últimos cinco anos. No total, foram realizados 456 transplantes de órgãos em apenas seis meses, refletindo um esforço conjunto das equipes de saúde e a ampliação das instituições credenciadas. Desde 2020, a tendência de crescimento na reposição de órgãos e tecidos se consolidou, com as substituições de medula óssea mais que dobrando, passando de 103 transplantes em 2020 para 230 em 2024.

Os transplantes de coração também mostraram um aumento significativo, com 35 procedimentos realizados em 2024, um crescimento de 60% em relação aos 22 realizados em 2020. Os transplantes de fígado mantiveram-se acima da marca de cem por ano desde 2022, totalizando 128 em 2024, um aumento de sete em relação ao ano anterior. Além disso, o Sistema Único de Saúde (SUS) no DF também realiza transplantes de rim e córnea, ampliando as opções para pacientes necessitados.

A secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, destacou que cada transplante representa uma nova chance de vida. Ela enfatizou a importância de fortalecer a cultura da doação de órgãos, que é um ato de solidariedade. Pacientes como Renascimento Lourival Filho, que passou por um transplante hepático, relataram experiências transformadoras, ressaltando a rapidez e eficácia do processo, que o levou a se sentir revitalizado em apenas três meses.

A Central Estadual de Transplantes do Distrito Federal (CET-DF) coordena as atividades de transplantes, gerenciando uma lista única de pacientes que aguardam por órgãos. Para ser doador, não é necessário deixar documentação formal, bastando comunicar o desejo à família. A CET-DF assegura que a distribuição dos órgãos respeita a ordem de inscrição, compatibilidade e gravidade dos casos, garantindo um processo justo e organizado.

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