Neste domingo, 16 de março de 2024, uma manifestação em homenagem ao ciclista Vitor Felisberto Medrado reuniu amigos e familiares em São Paulo. Medrado foi assassinado na manhã de quinta-feira, 14 de março, durante um assalto na Rua Brigadeiro Haroldo Veloso, no Itaim Bibi. O crime, que chocou a comunidade local, ocorreu em um bairro […]
Neste domingo, 16 de março de 2024, uma manifestação em homenagem ao ciclista Vitor Felisberto Medrado reuniu amigos e familiares em São Paulo. Medrado foi assassinado na manhã de quinta-feira, 14 de março, durante um assalto na Rua Brigadeiro Haroldo Veloso, no Itaim Bibi. O crime, que chocou a comunidade local, ocorreu em um bairro nobre e gerou clamor por mais segurança nas vias. “Mais segurança pública, menos atrocidade” foram algumas das mensagens compartilhadas nas redes sociais pelos participantes da pedalada.
A manifestação começou às 7h e contou com a presença de mais de duzentas pessoas, incluindo ciclistas e autoridades, como a vereadora Renata Falzoni (PSB). Amigos de Medrado destacaram seu caráter atencioso e a necessidade de melhorias na segurança pública. Flores brancas foram deixadas no local do crime, e um dos presentes ressaltou que “sete em cada dez ciclistas conheciam ele”, evidenciando a forte conexão da vítima com a comunidade.
O crime foi descrito como brutal e gratuito, com imagens mostrando os assaltantes atacando Medrado em questão de segundos. “Era mais fácil pra esse bandido ter pedido o celular, tenho certeza que o Vitor teria entregado”, comentou uma amiga. O cozinheiro e ciclista Cláudio Curti expressou sua indignação, afirmando que “está acontecendo um massacre na cidade de São Paulo”. A morte de Medrado impactou profundamente seus amigos, que relataram a dificuldade de lidar com a perda.
Medrado, que era empresário e músico, foi velado no Memorial Pacaembu e será enterrado em Belo Horizonte, onde reside sua família. Após as homenagens, parte dos ciclistas pedalou até o Palácio dos Bandeirantes como forma de protesto. Outra manifestação está prevista para hoje no Parque do Povo, com organizadores clamando por mudanças na segurança pública. A Polícia Civil investiga o caso, que está sendo tratado pelo 15º DP (Itaim Bibi), com apoio de equipes do DEIC e DOPE. A Secretaria de Segurança Pública informou que o patrulhamento na região foi intensificado.
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