Pesquisadores descobriram que as runas, a forma mais antiga de escrita na Escandinávia, surgiram a partir do contato entre comunidades, especialmente com o comércio com o exército romano. Acredita-se que o alfabeto romano tenha inspirado os escandinavos a desenvolver seu próprio sistema de escrita. Evidências de escrita rúnica datam da Idade do Ferro Romana e […]
Pesquisadores descobriram que as runas, a forma mais antiga de escrita na Escandinávia, surgiram a partir do contato entre comunidades, especialmente com o comércio com o exército romano. Acredita-se que o alfabeto romano tenha inspirado os escandinavos a desenvolver seu próprio sistema de escrita. Evidências de escrita rúnica datam da Idade do Ferro Romana e da era viking, mas a origem exata das runas ainda é um mistério. Recentemente, arqueólogos encontraram uma pedra rúnica antiga no sítio de escavação Svingerud, na Noruega, que pode revelar segredos sobre essa escrita.
A pedra, descoberta em 2021, contém algumas das mais antigas inscrições rúnicas conhecidas, com cerca de 2 mil anos. Os fragmentos, que podem ter marcado um único túmulo, foram reutilizados em sepultamentos posteriores. Embora muitas marcas sejam difíceis de decifrar, uma delas parece ser o nome de uma mulher, sugerindo a presença da primeira inscrevedora de runas conhecida. Essa descoberta lança nova luz sobre a história das mulheres na escrita rúnica.
Em outra frente, um lançamento da SpaceX gerou atenção ao que parece ter sido um tanque de combustível que caiu na Polônia, enquanto destroços do veículo cruzaram os céus da Alemanha. O foguete Falcon 9, que transportou satélites Starlink, não conseguiu retornar como esperado, ressaltando os desafios do lixo espacial. Além disso, a NASA evitou demissões em massa, mas enfrenta questionamentos sobre suas interações com o Departamento de Eficiência Governamental.
Por fim, cientistas descobriram que as aves-do-paraíso podem emitir sinais coloridos invisíveis aos humanos, utilizando a biofluorescência para se comunicar. Além disso, paleontologistas identificaram uma nova espécie de carnívoro, o Bastetodon syrtos, a partir de um crânio bem preservado. Astrônomos, por sua vez, observaram explosões de luz perto do buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea, revelando mais sobre a dinâmica desses fenômenos cósmicos.
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