Dispositivos semelhantes a estetoscópios estão sendo utilizados na Zona Oeste do Rio para detectar vazamentos subterrâneos de água. A concessionária Iguá, responsável pela operação, já identificou quase novecentos vazamentos nas áreas da Barra, Jacarepaguá e Vargens. O geofone, um aparelho portátil sensível ao som, permite localizar até os menores escapes nas tubulações, ajudando a evitar […]
Dispositivos semelhantes a estetoscópios estão sendo utilizados na Zona Oeste do Rio para detectar vazamentos subterrâneos de água. A concessionária Iguá, responsável pela operação, já identificou quase novecentos vazamentos nas áreas da Barra, Jacarepaguá e Vargens. O geofone, um aparelho portátil sensível ao som, permite localizar até os menores escapes nas tubulações, ajudando a evitar o desperdício de água.
Em 2024, a Iguá mapeou 895 vazamentos ocultos, com uma assertividade de 88%. Desde o início do ano, foram 120 vazamentos identificados e corrigidos. A empresa investiu mais de R$ 700 milhões desde 2022 para melhorar a eficiência do abastecimento de água na região. O processo de identificação de vazamentos começa com o monitoramento de pressão e vazão em pontos específicos da rede.
Os técnicos utilizam o geofone para captar sons de vazamentos, mesmo sem sinais visíveis na superfície. A cada trecho inspecionado, é possível localizar falhas com precisão, evitando escavações extensivas e contribuindo para a eficiência do sistema. O diretor de operações da Iguá, Lucas Arroti, destaca que as noites são ideais para essa operação, pois o som dos vazamentos se torna mais claro com menos ruídos externos.
A tecnologia de geofonamento é considerada uma ferramenta essencial no combate ao desperdício de água. Arroti afirma que a empresa busca constantemente formas inovadoras de lidar com esse problema, utilizando o geofone e uma equipe especializada para agir com precisão na identificação e correção de vazamentos.
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