O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que não vê risco de recessão no Brasil e manteve a previsão de crescimento de 2,5% para este ano. Durante um evento da CNN Brasil, ele comentou sobre as tarifas que os Estados Unidos e a China impuseram um ao outro, acreditando que essa situação deve se resolver, já que as tarifas poderiam desorganizar as cadeias produtivas globais. Haddad também falou sobre a reforma do Imposto de Renda, que pretende aumentar a isenção para quem ganha até R$ 5 mil, considerando essa mudança necessária para corrigir desigualdades no sistema tributário. Ele comparou a situação a um morador de cobertura que não paga o condomínio, destacando a injustiça social. A reforma deve ser compensada com a tributação de quem não paga impostos, buscando uma justiça tributária. O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que o Congresso está disposto a discutir as reformas necessárias, com a expectativa de que a reforma ajude a melhorar a distribuição de renda no Brasil, que enfrenta desafios de desigualdade.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira, 23, que não vê risco de recessão para a economia brasileira e manteve a projeção de crescimento de 2,5% para este ano. Durante evento promovido pela CNN Brasil, ele comentou sobre as tarifas impostas pelos Estados Unidos e a China, destacando que a situação deve se acomodar.
Haddad ressaltou que é difícil acreditar que as tarifas entre os dois países se mantenham, pois isso desorganizaria as cadeias produtivas globais. Ele acredita que novos desdobramentos ocorrerão nas próximas semanas, mas a previsão para a economia mundial permanece incerta.
O ministro também abordou a proposta de reforma do Imposto de Renda, que visa elevar a isenção para quem ganha até R$ 5 mil. Segundo ele, essa mudança é necessária para corrigir uma injustiça social no sistema tributário brasileiro. Haddad comparou a situação a um morador de cobertura que não paga o condomínio, enfatizando a desigualdade no país.
Ele destacou que a reforma deve ser compensada com a tributação de quem não paga impostos, afirmando que a proposta atual é uma forma de justiça tributária. O presidente da Câmara, Hugo Motta, também se manifestou, afirmando que o Congresso está aberto a discutir as reformas necessárias.
A expectativa é que a reforma traga uma solução mais justa para a distribuição de renda no Brasil, que é uma das dez maiores economias do mundo, mas enfrenta desafios significativos em termos de desigualdade.
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