Muitos argentinos estão tristes com a morte do Papa Francisco e se perguntam por que ele nunca voltou ao seu país desde que se tornou Papa em 2013. Durante uma missa em homenagem a ele, Laura Aguirre, de cinquenta anos, expressou sua insatisfação com a ausência do pontífice, que não visitou a Argentina apesar de convites. Francisco, que foi arcebispo de Buenos Aires, teve relações complicadas com presidentes argentinos, como Cristina Kirchner e Mauricio Macri, e se opôs a questões como a legalização do aborto. O atual presidente, Javier Milei, que criticou o Papa antes de ser eleito, pediu desculpas a ele. A popularidade de Francisco entre os católicos argentinos caiu de noventa e oito por cento para setenta e quatro por cento. O padre Patricio Ossoinak disse que, embora ele não tenha visitado, sempre esteve conectado ao país. A ausência do Papa é sentida por muitos que desejavam sua presença em momentos difíceis. O sociólogo Fortunato Mallimaci acredita que a polarização política no país influenciou a decisão do Papa de não voltar. Roberto Carlés, um advogado próximo a Francisco, comentou que ele se sentia incomodado com a interpretação política de suas ações. A frustração é clara entre os argentinos, que esperavam que ele retornasse, mas isso nunca aconteceu.
À medida que os argentinos se despedem do Papa Francisco, a tristeza é acompanhada por uma pergunta persistente: por que o pontífice nunca retornou à sua terra natal? Laura Aguirre, de cinquenta anos, expressou sua insatisfação após uma missa em homenagem ao Papa, que faleceu recentemente. Muitos acreditam que sua ausência se deve a questões políticas, já que ele evitou visitar a Argentina durante seu papado de doze anos, apesar de convites de líderes locais.
Francisco, que foi arcebispo de Buenos Aires, teve uma relação tensa com presidentes argentinos, como Cristina Kirchner e Mauricio Macri. Ele se opôs à legalização do aborto e, mais recentemente, ao presidente Javier Milei, que o criticou antes de ser eleito. Milei, que planeja comparecer ao funeral, pediu desculpas ao Papa após ofendê-lo.
A popularidade de Francisco entre os católicos argentinos caiu de noventa e oito por cento para setenta e quatro por cento desde sua eleição. O padre Patricio Ossoinak afirmou que, embora o Papa não tenha visitado, ele sempre esteve conectado à Argentina. A ausência de Francisco é sentida profundamente por muitos, que desejavam sua presença em momentos de necessidade.
O sociólogo Fortunato Mallimaci acredita que a polarização política do país influenciou a decisão do Papa de não retornar. Roberto Carlés, advogado próximo ao Papa, mencionou que Francisco se sentia incomodado com a interpretação política de suas ações. Embora tenha expressado interesse em visitar a Argentina, ele temia que sua presença fosse politizada.
A frustração é evidente entre os argentinos, que esperavam um retorno do Papa. Mônica Andrada, de sessenta e cinco anos, lamentou a ausência, enquanto Joel Acuña, de trinta e quatro anos, comparou a visita a um evento que poderia trazer alegria ao povo argentino. A expectativa de um retorno permanece, mas a visita nunca se concretizou.
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