O documentário “Diddy: Como Nasce um Bad Boy”, disponível no Globoplay, traz novas acusações contra o rapper P. Diddy, também conhecido como Sean Combs. Nele, uma mulher chamada Ashley relata que foi vítima de um estupro coletivo em março de 2018, envolvendo Diddy e outras pessoas. A advogada de Ashley, Ariel Mitchell, afirma que Diddy planejou o crime e que um homem chamado Shane Pearce ajudou a encontrar vítimas. Ashley diz que conheceu Pearce em um bar e foi apresentada a Diddy por vídeo. Em um encontro na casa de Pearce, ela afirma ter sido drogada e abusada. Apesar de Ashley ter registrado um boletim de ocorrência, a polícia encerrou a investigação, considerando as alegações infundadas. A produção do documentário tentou acessar registros policiais, mas o pedido foi negado. Os advogados de Diddy negam as acusações, chamando-as de mentirosas. O filme também menciona a presença de outra mulher, Kristina Khorram, que nega qualquer envolvimento. Essas novas alegações se somam a um histórico de polêmicas envolvendo Diddy, que já enfrentou várias acusações de abuso sexual e foi preso em setembro de 2024. Vítimas de agressão podem buscar apoio através da Central de Atendimento à Mulher pelo número 180, e denúncias de abuso sexual podem ser feitas pelo telefone 100, disponível 24 horas.
O documentário “Diddy: Como Nasce um Bad Boy”, disponível no Globoplay, traz novas alegações contra o rapper P. Diddy, também conhecido como Sean Combs. O filme apresenta depoimentos de uma suposta vítima, identificada como Ashley, que relata um estupro coletivo ocorrido em março de 2018, envolvendo Diddy e outros indivíduos.
A advogada Ariel Mitchell, que representa Ashley, afirma que o rapper é o mentor do crime. Segundo ela, Diddy planejou o ato e contou com a ajuda de Shane Pearce, que atuava como olheiro em busca de vítimas. Ashley conheceu Pearce em um bar e foi apresentada a Diddy por meio de uma chamada de vídeo. Em um encontro na casa de Pearce, Ashley afirma ter sido drogada e abusada por várias horas.
A advogada destaca que Ashley registrou um boletim de ocorrência na noite do crime, mas a polícia de Contra Costa declarou que a investigação foi encerrada por considerar as alegações infundadas. A produção do documentário tentou obter registros policiais, mas o pedido foi negado. Os advogados de Diddy negam as acusações, chamando-as de mentirosas e baseadas em narrativas falsas.
O documentário também menciona a participação de Kristina Khorram, que, segundo a advogada, estava presente na casa durante o incidente. Os representantes de Khorram afirmam que ela nega qualquer envolvimento. O filme expõe um panorama das polêmicas que cercam Diddy, que já enfrentou diversas acusações de abuso sexual, culminando em sua prisão em setembro de 2024.
Vítimas de agressão podem buscar apoio através da Central de Atendimento à Mulher pelo número 180, enquanto denúncias de abuso sexual podem ser feitas pelo telefone 100, disponível 24 horas.
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