Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama Janja estiveram em Roma para o funeral do papa Francisco, que aconteceu na Praça São Pedro. Lula chegou ao evento já em andamento e se sentou ao lado do cardeal Giovanni Battista Re. Durante a cerimônia, ele falou sobre a importância do diálogo para resolver conflitos globais, como a guerra na Ucrânia e a situação em Gaza, destacando que a guerra causa mortes e destruição. Lula defendeu a negociação entre as partes envolvidas e expressou o desejo de que o próximo papa continue a luta contra a desigualdade. O funeral contou com a presença de líderes mundiais, incluindo Emmanuel Macron e Volodimir Zelenski. Após o evento, Lula e Janja retornaram ao Brasil, ressaltando a importância da presença brasileira na homenagem a Francisco.
Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama Janja representaram o Brasil no funeral do papa Francisco, realizado neste sábado, 26 de abril, na Praça São Pedro, em Roma. Lula chegou ao evento já em andamento e ocupou um lugar de destaque ao lado do decano do Colégio Cardinalício, Giovanni Battista Re.
Durante a cerimônia, Lula destacou a importância do diálogo para a resolução de conflitos globais, como a guerra na Ucrânia e a situação em Gaza. Ele afirmou que a guerra resulta em “morte de pessoas, destruição de casas, de hospitais e escolas”, enfatizando a necessidade de conversas para encontrar soluções pacíficas.
Lula comentou que o Brasil defende a negociação entre as partes envolvidas nos conflitos, afirmando que “o importante é que se conversem para ver se se encontra uma saída para essa guerra”. Ele expressou o desejo de que o próximo papa tenha o mesmo compromisso com a desigualdade que caracterizou o pontificado de Francisco.
O funeral contou com a presença de diversas autoridades internacionais, incluindo Emmanuel Macron, Donald Trump e Volodimir Zelenski. Lula, que fez questão de mostrar a união da comitiva brasileira, estava acompanhado por Davi Alcolumbre, presidente do Senado, e Hugo Motta, presidente da Câmara.
Após a cerimônia, Lula e Janja embarcaram de volta ao Brasil, encerrando uma rápida visita a Roma. O presidente ressaltou a importância da presença da cúpula do governo brasileiro no evento, considerando Francisco uma figura de grande relevância para o mundo.
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