Mary Sheila, atriz famosa por seus papéis na TV, passou por uma situação de racismo no Supermercado Mundial, no Rio de Janeiro, no último sábado. Ela foi abordada de maneira constrangedora por um segurança, que supôs que ela não poderia pagar suas compras por causa da cor de sua pele. Mary decidiu compartilhar sua experiência nas redes sociais, apesar de sua família ter pedido que ela não tornasse o caso público. Ela afirmou que não voltará mais ao supermercado, pois se sentiu injustiçada. O relato gerou apoio online, incluindo uma manifestação de Luana Piovani, que criticou o supermercado e destacou a importância de expor essas situações. O supermercado não respondeu aos pedidos de comentários até a publicação da notícia.
A ida ao supermercado no último sábado (3) se transformou em um episódio doloroso para Mary Sheila, atriz de 45 anos conhecida por seus papéis na TV, incluindo a novela “Todas as Flores”. Ela relatou um caso de racismo ocorrido no Supermercado Mundial, no Rio de Janeiro, onde foi abordada de forma constrangedora por um segurança.
Mary Sheila afirmou que a abordagem do segurança foi desconfortável, refletindo uma percepção errônea sobre sua capacidade de pagamento. “A gente que tem a pele mais retinta, o segurança acha que a gente não tem dinheiro para pagar as nossas compras. Isso é um absurdo,” declarou. Embora tenha recebido um pedido de desculpas de uma funcionária do SAC, o sentimento de injustiça persistiu.
A atriz decidiu expor a situação nas redes sociais, alertando outros consumidores sobre a experiência negativa. “Quando chegar no Mundial, preste atenção ou escolha outro. Porque o bicho está pegando,” disse. Mary também comentou sobre a pressão que pessoas negras enfrentam no cotidiano, ressaltando que, antes de ir a um supermercado, muitas vezes precisam se preocupar com a aparência.
Repercussão nas Redes Sociais
O relato de Mary Sheila gerou apoio e críticas ao supermercado nas redes sociais. A apresentadora Luana Piovani se manifestou em solidariedade, destacando a importância das redes como ferramenta de denúncia. “Vocês deveriam treinar melhor os seguranças de vocês,” afirmou, questionando quantas pessoas podem passar por situações semelhantes.
O GLOBO tentou contato com a assessoria de imprensa do supermercado, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. A repercussão do caso evidencia a necessidade de discussões sobre racismo e a experiência de consumidores em estabelecimentos comerciais.
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