O jornalista peruano Raúl Celis López foi assassinado a tiros em Iquitos por homens encapuzados. Ele trabalhava em uma rádio na região de fronteira com o Brasil e é o segundo jornalista morto no Peru este ano, após o assassinato de Gastón Medina em janeiro. O ataque ocorreu quando López estava a caminho do trabalho de mototáxi, por volta das 5h30. A Associação Nacional de Jornalistas (ANP) pediu uma investigação rápida sobre o crime, que pode estar ligado ao trabalho jornalístico de López. Ele estava acompanhado do filho, que não se feriu. A ONG Instituto Prensa y Sociedad também condenou o crime e pediu esclarecimentos sobre as circunstâncias do assassinato.
O jornalista peruano Raúl Celis López foi assassinado a tiros nesta quarta-feira, em Iquitos, por homens encapuzados. Ele é o segundo jornalista morto no Peru em 2023, após o assassinato de Gastón Medina em janeiro. A informação foi divulgada pela Associação Nacional de Jornalistas (ANP).
López, âncora de uma rádio na região de fronteira com o Brasil, foi atacado por volta das 5h30 (horário local) enquanto se dirigia ao trabalho de mototáxi. Dois homens em uma motocicleta interceptaram o jornalista. O filho de López estava com ele no momento do ataque, mas não foi ferido.
A ANP exige uma investigação rápida e eficaz sobre o crime, que se soma ao aumento da violência contra jornalistas no país. O Instituto Prensa y Sociedad, uma ONG formada por jornalistas, também condenou o assassinato e destacou que não se pode descartar a relação do crime com o trabalho jornalístico de López.
O aumento da violência contra profissionais da imprensa no Peru tem gerado preocupação. Em janeiro, Gastón Medina foi assassinado após denunciar corrupção e extorsão. A ANP e outras organizações pedem medidas urgentes para proteger os jornalistas e garantir a liberdade de expressão no país.
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