Lucas Assunção, de 33 anos, é o novo presidente do Instituto Favela Haiti, em São Paulo, e tem a missão de manter as melhorias feitas na comunidade, que completou dez anos. Ele destaca a alegria das crianças brincando na praça Chicão, um espaço revitalizado. Assunção, que morava na favela há seis anos, foi escolhido para liderar após a gestão de Cesar Gouveia, que ajudou a transformar a favela em um modelo de desenvolvimento, com pleno emprego e infraestrutura básica. O novo presidente planeja aumentar a renda da comunidade e oferecer mais cursos para os jovens. A ONG Gerando Falcões continuará a apoiar a favela, monitorando os resultados. O projeto, que recebeu investimentos de R$ 7,5 milhões, busca expandir suas ações para outras áreas carentes. Assunção e sua equipe foram preparados para a nova gestão e estão focados em manter as conquistas e melhorar ainda mais a qualidade de vida dos moradores.
Lucas Assunção assumiu a presidência do Instituto Favela Haiti em maio de 2023, com o objetivo de manter as conquistas da comunidade na Vila Independência, em São Paulo. A favela, que celebrou seu décimo aniversário, passou por transformações significativas, como melhorias na infraestrutura e redução do desemprego, sob a gestão de ONGs.
Durante a festa de aniversário, Assunção destacou a alegria das crianças brincando na praça Chicão, um espaço revitalizado. Ele, que vive na comunidade há seis anos, foi escolhido para liderar após a gestão de Cesar Gouveia, da ONG Vozes da Periferia, que implementou um programa de desenvolvimento social. Sob essa administração, a favela alcançou o pleno emprego, com todas as duzentas e sessenta e sete famílias tendo acesso a água e esgoto.
Cerca de 150 casas foram reformadas com materiais sustentáveis, e iniciativas de empreendedorismo foram incentivadas, como a horta comunitária que gera R$ 5 mil mensais. Assunção tem a missão de coordenar o território e buscar novas parcerias para continuar o desenvolvimento. Ele planeja oferecer mais cursos para jovens e aumentar a renda da comunidade.
A ONG Gerando Falcões continuará a apoiar a favela, monitorando indicadores sociais. Assunção e sua equipe passaram por um ano de capacitação em gestão e liderança. O projeto Favela 3D, que visa a digitalização e desenvolvimento, recebeu um investimento total de R$ 7,5 milhões, com apoio de empresas e festivais.
A Favela Haiti se tornou um modelo para outras comunidades, e Assunção enfatiza a importância de preservar as conquistas. Ele afirma: “Não podemos perder essa imagem das nossas crianças brincando livremente”. A nova gestão busca garantir que os avanços sociais e econômicos sejam mantidos e ampliados.
Entre na conversa da comunidade