Robert Prevost, que foi cardeal e agora é o novo papa Leão 14, falou sobre sua relação com o papa Francisco. Ele se disse inspirado por Francisco e destacou a admiração que sempre teve por ele, mencionando a generosidade e o coração cristão do papa. Durante os últimos dois anos, eles se encontraram semanalmente, onde Francisco costumava dar conselhos pessoais, como a importância de manter o senso de humor. Prevost também recordou momentos em que Francisco demonstrou preocupação com seu trabalho, especialmente quando foi nomeado administrador apostólico no Peru. O novo papa expressou o desejo de seguir o exemplo de Francisco, buscando uma Igreja que sirva aos pobres. Ele acredita que a mensagem do Evangelho é melhor compreendida através da experiência dos mais necessitados. Prevost mencionou que precisará de tempo para entender o legado deixado por Francisco para a Igreja e o mundo.
Robert Prevost foi eleito papa sob o nome de Leão 14, mantendo uma relação próxima com o papa Francisco. Em entrevista ao Vatican News, Prevost destacou a admiração que sempre teve por Francisco, mencionando seu “autêntico coração cristão” e sua “generosidade”.
Prevost, que atuou como cardeal e ex-prefeito do Dicastério para os Bispos, recordou os encontros semanais com Francisco, onde recebia conselhos pessoais. O novo papa relembrou que Francisco o aconselhou a “não perder o senso de humor” e a importância de sorrir.
Memórias e Legado
O novo papa também compartilhou memórias de sua relação com Francisco, que começou quando este era arcebispo de Buenos Aires. Prevost recordou a preocupação de Francisco com seu trabalho, especialmente quando foi nomeado administrador apostólico da diocese de Chiclayo, no Peru, em 2014.
Prevost expressou seu desejo de seguir o exemplo de uma Igreja que serve aos pobres, afirmando que “o papa deixou um grande exemplo para o mundo”. Ele acredita que a mensagem do Evangelho é melhor compreendida através da experiência dos pobres.
Reflexão sobre o Futuro
Sobre como assumir o legado de Francisco, Prevost afirmou que esse período de transição deve ser vivido com “profunda reflexão e gratidão”. Ele ressaltou a necessidade de tempo para compreender o impacto que Francisco teve na Igreja e no mundo.
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