A Capela Sistina reabriu nesta segunda-feira, após cinco dias do conclave que elegeu o Papa Leão XIV, atraindo muitos turistas. Para controlar o grande número de visitantes, a segurança implementou um sistema de pare e siga, e quem não obedecesse poderia ser advertido. O espaço foi devolvido à sua configuração normal, com a remoção de mesas e cadeiras usadas durante o conclave. Apesar de não haver bloqueadores de celular, muitos visitantes enfrentaram dificuldades para acessar a internet. Mesmo com a agitação, brasileiros estavam animados por estarem presentes na reabertura. Vinícius Borges, de Minas Gerais, comentou que foi uma bênção estar lá, enquanto a professora Maria Lucila Lago, de Brasília, ficou encantada com a arte de Michelangelo, embora tenha lamentado não poder tirar fotos.
Uma legião de turistas lotou a Capela Sistina nesta segunda-feira, primeiro dia de visitação após o conclave que elegeu o Papa Leão XIV. O local reabriu cinco dias após a escolha do novo Papa, atraindo um grande público. Para controlar o fluxo, a segurança adotou um esquema de pare e siga, e visitantes que desobedeciam às ordens eram advertidos por guardas com alto-falantes.
A capela voltou à sua configuração normal, com a retirada do tablado, mesas e cadeiras que acomodaram os 133 cardeais eleitores. Também foram recolhidos o forno usado para queimar os votos e a famosa chaminé que soltou a fumaça branca durante a eleição. Apesar da ausência dos bloqueadores de celular utilizados no conclave, muitos visitantes enfrentaram dificuldades para acessar a internet.
A experiência dos turistas foi bem diferente da vivida pelos cardeais. Brasileiros comemoraram a oportunidade de ver o local histórico. O mineiro Vinícius Borges, que comprou os ingressos antes da morte do Papa Francisco, afirmou: “Foi uma benção poder estar aqui no dia da reabertura”. Ele pagou 40 euros (cerca de R$ 250) pelo ingresso e recebeu um audioguia para os Museus do Vaticano.
A professora Maria Lucila Lago, de Brasília, estava encantada com o afresco do “Juízo Final”, de Michelangelo. Ela organizou a viagem com amigas após a morte de Francisco. Um padre da Arquidiocese de Brasília acompanhou o grupo como guia. “É uma emoção muito grande entrar aqui. Mas podiam deixar a gente tirar foto, né?”, comentou a professora, que teve que guardar o celular na bolsa durante a visita.
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