Luciana Costa, do BNDES, disse que o Brasil está liderando a transição energética global. Ela afirmou que o país já tem uma matriz energética mais renovável do que a de potências como China e Estados Unidos, que buscam alcançar esse nível até 2040. Costa destacou que o Brasil completou a primeira fase da transição, investindo em etanol, hidrogênio, energia solar e eólica. Agora, o foco é em novas tecnologias, como combustível sustentável de aviação, hidrogênio verde e metanol limpo. O BNDES, segundo Costa, está preparado para apoiar esses projetos, oferecendo financiamento e assumindo um pouco mais de risco do que o mercado normalmente aceitaria.
A diretora de infraestrutura, transição energética e mudança climática do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciana Costa, afirmou que o Brasil está à frente na transição energética global. Durante o Summit Brazil-USA, realizado em Nova York, ela destacou que o país já possui uma matriz energética mais renovável do que a de potências como Estados Unidos, China e Índia.
Costa explicou que o Brasil completou a primeira fase da transição, investindo em etanol, hidrogênio, energia solar e eólica. Agora, o foco é preparar-se para a segunda onda, que inclui investimentos em combustível sustentável de aviação, hidrogênio verde e metanol limpo. A diretora enfatizou que o BNDES possui experiência em escalar novas tecnologias e pode apoiar projetos tanto com equity quanto com crédito.
O BNDES, segundo Costa, é uma instituição de políticas públicas que busca financiar iniciativas que façam sentido, mostrando disposição para assumir riscos que o mercado tradicional não aceita. “Temos apetite por um pouquinho mais de risco do que o mercado, especialmente antes da conclusão dos projetos,” completou. Essa abordagem visa fortalecer os caminhos para a descarbonização no Brasil.
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