Maikelys Antonella Espinosa Bernal, uma menina de dois anos, foi repatriada para a Venezuela após ser separada de seus pais durante um processo de deportação nos Estados Unidos. Sua mãe, Yorely Bernal, e seu pai, Maiker Espinosa, foram acusados de pertencer à gangue Tren de Aragua. A menina chegou ao Aeroporto Internacional Simón Bolívar em um voo com outros migrantes deportados e foi recebida por sua mãe e avó no Palácio de Miraflores, onde o presidente Nicolás Maduro estava presente. Maduro agradeceu ao presidente dos EUA, Donald Trump, pelo retorno da criança, chamando isso de um ato de justiça. A separação da menina foi considerada um “sequestro” pelo governo venezuelano, que exigiu sua devolução. Enquanto isso, o Departamento de Segurança Interna dos EUA alegou que a criança estava sob custódia por questões de segurança, afirmando que seus pais estavam envolvidos em atividades criminosas, o que a família nega.
Maikelys Antonella Espinosa Bernal, uma menina de dois anos, foi repatriada para a Venezuela após ser separada de seus pais durante um processo de deportação nos Estados Unidos. A criança chegou ao Aeroporto Internacional Simón Bolívar em Caracas na manhã de quarta-feira, 13 de maio de 2025, acompanhada por um grupo de mais de 220 migrantes deportados.
A mãe de Maikelys, Yorely Bernal, que foi deportada em abril, aguardava ansiosamente a chegada da filha no Palácio de Miraflores, onde a menina foi recebida pela primeira-dama Cilia Flores. Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, expressou gratidão ao presidente dos EUA, Donald Trump, pelo retorno da criança, descrevendo o ato como um “ato de justiça profundamente humano”.
A separação de Maikelys ocorreu em maio de 2024, quando seus pais se entregaram às autoridades americanas na fronteira. Desde então, a menina estava sob a custódia do Escritório de Reassentamento de Refugiados dos EUA. O governo venezuelano denunciou a situação como um “sequestro”, enquanto as autoridades americanas alegaram que os pais da criança estavam envolvidos com a gangue Tren de Aragua.
Durante a recepção, Maduro afirmou que a menina é “filha e neta de todos nós”. Ele também mencionou que espera a liberação do pai de Maikelys, que está detido em uma prisão de segurança máxima em El Salvador, junto a outros venezuelanos. O retorno da criança representa um desdobramento significativo nas relações entre os dois países, que têm enfrentado tensões políticas e diplomáticas.
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