Cinco anos após a morte de George Floyd, homenagens foram realizadas em Houston e Minneapolis, onde ele foi assassinado por um policial. O caso de Floyd gerou protestos em todo o país contra o racismo e a brutalidade policial. Em Houston, sua família e amigos se reuniram para um evento com discursos e apresentações musicais, enquanto em Minneapolis ocorreram serviços religiosos e vigílias. Apesar do que muitos consideraram um avanço nas discussões sobre racismo, há uma sensação de retrocesso nas reformas policiais, especialmente com a administração Trump criticando investigações sobre a polícia. O ex-presidente Trump afirmou que as reformas estavam limitando as ações das forças policiais. Em resposta, o prefeito de Minneapolis disse que a cidade continuaria a seguir as diretrizes acordadas para melhorar a polícia. Pesquisas recentes mostram que muitos americanos acreditam que não houve mudanças significativas na vida das pessoas negras desde a morte de Floyd, e o apoio ao movimento Black Lives Matter caiu nos últimos anos.
Cinco anos após a morte de George Floyd, homenagens marcam sua memória em Houston e Minneapolis. O assassinato de Floyd, um homem negro, por um policial em Minneapolis em 2020, desencadeou protestos massivos contra o racismo e a brutalidade policial nos Estados Unidos.
No último domingo, a família de Floyd se reuniu em Houston, sua cidade natal, para um evento liderado pelo reverendo Al Sharpton, enquanto Minneapolis organizou várias comemorações. Apesar do que muitos consideraram um “reconhecimento nacional” do racismo após sua morte, há uma sensação de retrocesso nas reformas policiais. A administração Trump criticou investigações sobre a polícia, alegando que os métodos utilizados eram “falhos”.
Em Minneapolis, a comunidade planejou um culto matinal, uma vigília com velas e um concerto gospel à noite, todos parte do festival anual Rise and Remember, realizado na George Floyd Square. Angela Harrelson, tia de Floyd, afirmou: “Agora é hora de o povo se levantar e continuar o bom trabalho que começamos.”
Em Houston, organizações locais promoveram sessões de poesia, apresentações musicais e discursos de pastores. O assassinato de Floyd ocorreu durante uma abordagem policial, quando o ex-oficial Derek Chauvin pressionou seu joelho contra o pescoço de Floyd por mais de nove minutos. Chauvin cumpre uma pena de 22 anos após ser condenado pelo crime.
Após a morte de Floyd, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, sob a liderança do ex-presidente Joe Biden, iniciou investigações civis em várias agências de segurança pública. No entanto, a administração Trump contestou esses achados, afirmando que as reformas estavam “amarrando” as forças policiais.
Recentes pesquisas indicam que a percepção de progresso na vida dos negros nos EUA é baixa. Um levantamento do Pew Research Center revelou que setenta e dois por cento dos entrevistados acreditam que não houve mudanças significativas desde a morte de Floyd. Além disso, o apoio ao movimento Black Lives Matter caiu quinze por cento desde junho de 2020.
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