A primeira-dama Rosângela da Silva, conhecida como Janja, recebeu a Grã-Cruz da Ordem, a maior honraria do governo brasileiro para pessoas que contribuem para a cultura do país. Na mesma cerimônia, outras personalidades, como o ativista indígena Daniel Munduruku, a filósofa Marilena Chauí e a escritora Conceição Evaristo, foram agraciadas com a Comenda, a segunda maior distinção. O Ministério da Cultura também homenageou artistas como a cantora Maria Rita e a poeta Alice Ruiz com a comenda de Cavaleiro. No total, quarenta pessoas foram homenageadas. O ministério explicou que a escolha dos agraciados considerou a diversidade cultural e contou com a participação de mais de 11 mil sugestões do público. A Ministra da Cultura propõe os nomes ao Presidente, que oficializa as condecorações.
A primeira-dama Rosângela da Silva, conhecida como Janja, foi agraciada com a Grã-Cruz da Ordem, a mais alta honraria do governo brasileiro, em reconhecimento a suas contribuições à cultura nacional. A cerimônia ocorreu na última semana e contou com a presença de diversas personalidades.
Entre os homenageados, destacam-se Daniel Munduruku, ativista indígena e autor de mais de cinquenta livros, Marilena Chauí, filósofa e professora, e Conceição Evaristo, escritora referência na literatura afro-brasileira. Todos receberam a Comenda, a segunda mais importante da hierarquia de distinções honoríficas.
O evento também homenageou artistas como Maria Rita, cantora e vencedora de oito Grammys Latinos, e Alice Ruiz, poeta e letrista, que foram condecorados com a comenda de Cavaleiro, a terceira categoria mais relevante. Ao todo, quarenta pessoas foram reconhecidas na cerimônia.
Critérios de Seleção
O Ministério da Cultura explicou que a escolha dos agraciados considerou contribuições relevantes à cultura brasileira e buscou refletir a diversidade de gênero, regional e cultural. Neste ano, o processo incluiu ampla participação popular, com mais de onze mil contribuições recebidas via consulta pública.
A Ministra da Cultura, que atua como Chanceler da Ordem, propôs os nomes ao Presidente da República, que oficializou as condecorações por decreto. A decisão foi respaldada por parecer técnico e pelo colegiado, garantindo a representatividade nacional nos diversos segmentos culturais.
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