Kyle McGinn, um deputado australiano do Partido Trabalhista, se despediu do parlamento após oito anos de mandato e fez isso de uma maneira inusitada: ele tomou cerveja de seu sapato, um gesto conhecido como “shoey”. Durante seu discurso de despedida, ele agradeceu aos colegas e eleitores, e ao final, abriu uma cerveja e despejou no sapato, brindando enquanto os outros parlamentares aplaudiam e riam. A presidente do Conselho Legislativo, Alanna Clohesy, teve que intervir, lembrando que o ato poderia ferir a dignidade da Casa, já que não é permitido levar alimentos ou bebidas para o local. O gesto gerou reações mistas nas redes sociais, com algumas pessoas considerando-o ofensivo. O “shoey” é uma tradição australiana que ganhou popularidade após o piloto de Fórmula 1 Daniel Ricciardo fazer isso em 2016. McGinn, que foi eleito em 2017, costumava dizer que nunca imaginou ser político, pois teve dificuldades na escola e tem tatuagens, mas sempre defendeu que o Parlamento deveria ser acessível a todos.
Kyle McGinn, deputado australiano do Partido Trabalhista, se despediu do parlamento após oito anos de mandato em um evento que gerou polêmica. Durante sua despedida, realizada na quarta-feira, McGinn fez um “shoey”, bebida alcoólica consumida diretamente de seu sapato, provocando aplausos e risadas entre os colegas.
Em seu discurso, McGinn agradeceu aos membros e eleitores da Austrália Ocidental por seus dois mandatos. Ao final, ele abriu uma cerveja e despejou a bebida em seu sapato, exclamando: “Um brinde!”. A presidente do Conselho Legislativo, Alanna Clohesy, interveio, pedindo ordem e alertando sobre a violação das regras da Casa, que proíbem alimentos e bebidas no local.
A cena rapidamente se espalhou pelas redes sociais, dividindo opiniões. Muitos consideraram o gesto ofensivo, enquanto outros o viram como uma celebração de uma tradição australiana. O “shoey” ganhou notoriedade em 2016, quando o piloto de Fórmula 1 Daniel Ricciardo o popularizou ao beber champanhe dessa forma após uma corrida.
Kyle McGinn foi eleito em 2017 e frequentemente mencionou sua trajetória, destacando que nunca imaginou ser político devido a suas dificuldades na escola e suas tatuagens. Ele sempre defendeu que o parlamento deve ser acessível a todos.
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