Quarenta e quatro mestras-artesãs da etnia Huni Kuin, a maior do Acre, começaram um projeto que mistura saberes antigos, moda e empoderamento feminino. Elas se reúnem na aldeia Novo Natal para aprender e ensinar técnicas tradicionais, como tecelagem e tingimento natural. Cerca de 150 indígenas participarão das oficinas. O projeto, chamado “Casa de Cultura Artes e Saberes Ancestrais”, também incluirá um desfile e uma exposição das peças criadas. A iniciativa é promovida pelo Instituto Ainbu Dayá e o coletivo CASA, com apoio da Rede Igapó e patrocínio do Grupo Energisa, através da Lei Rouanet.
No coração da Amazônia, quarenta e quatro mestras-artesãs Huni Kuin iniciaram um projeto que integra saberes ancestrais, moda autoral e protagonismo feminino. A iniciativa ocorre na aldeia Novo Natal, no Acre, e envolve cerca de 150 indígenas em oficinas de tecelagem, tingimento natural, corte e costura.
O projeto, denominado “Casa de Cultura Artes e Saberes Ancestrais”, tem como objetivo dar visibilidade às práticas culturais que sustentam muitas famílias da região. As oficinas são uma oportunidade de imersão e aprofundamento nas técnicas tradicionais do povo Huni Kuin.
Além das oficinas, a iniciativa culminará em um desfile e uma exposição das peças produzidas. O projeto é idealizado pelo Instituto Ainbu Dayá e o coletivo CASA, em parceria com a Rede Igapó, e conta com o patrocínio do Grupo Energisa, por meio da Lei Rouanet.
Essa ação destaca a importância da preservação cultural e do empoderamento feminino entre os Huni Kuin, promovendo a valorização de suas tradições e a geração de renda para as comunidades locais.
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