Nos últimos anos, a mineração de Bitcoin cresceu nos Estados Unidos, especialmente com o apoio do ex-presidente Donald Trump. No entanto, moradores de Dresden, Nova York, estão se opondo a essa atividade devido ao barulho e ao alto consumo de energia. A usina Greenidge Generation, que gera energia para a mineração, tem causado incômodo com um zumbido constante, levando alguns residentes a questionar o apoio de Trump ao setor. Embora a mineração de Bitcoin tenha se expandido, gerando preocupações sobre o impacto ambiental e o aumento dos preços da energia, a resistência local está crescendo, mesmo em áreas que tradicionalmente apoiam os republicanos. Em outras cidades, como Niagara Falls e Granbury, também houve reações negativas, resultando em moratórias e limites de ruído. A mineração de Bitcoin, que consome muita energia, está se tornando um tema polêmico, e a oposição pode complicar os planos de Trump de tornar os EUA um centro global para criptomoedas.
Nos últimos anos, a mineração de Bitcoin nos Estados Unidos cresceu rapidamente, especialmente em áreas rurais como Dresden, Nova York. Moradores locais expressam descontentamento com o barulho e o alto consumo de energia da usina Greenidge Generation, que opera na região. O zumbido constante, causado por ventiladores que resfriam os computadores, tem gerado tensões políticas, desafiando o apoio do ex-presidente Donald Trump ao setor.
A mineração de Bitcoin, que utiliza computadores potentes para criar e proteger criptomoedas, consome até 2,3% da rede elétrica dos EUA. Em Dresden, com cerca de 300 habitantes, a insatisfação com o barulho é crescente. A proprietária de uma casa local, Abi Buddington, lidera a resistência contra a mina, afirmando que o incômodo se tornou um grande problema na comunidade.
O apoio de Trump à mineração de criptomoedas, que visa transformar os EUA na capital mundial do setor, enfrenta resistência em áreas que tradicionalmente o apoiaram. Em Niagara Falls, o prefeito Robert Restaino impôs uma moratória sobre novas atividades de mineração, citando preocupações com a poluição sonora. Moradores descreveram o barulho como semelhante ao de um jato, afetando a qualidade de vida na região.
A expansão da mineração de Bitcoin nos EUA, que agora representa cerca de 40% da produção mundial, levanta questões sobre seu impacto ambiental. Um estudo da Universidade de Harvard indicou que a mineração expõe milhões de americanos à poluição atmosférica. As autoridades de Nova York estão atualmente em uma batalha legal com a Greenidge sobre a legalidade da usina, que foi convertida de carvão para gás.
A resistência à mineração de Bitcoin não se limita a Nova York. Em outras regiões, como na Carolina do Norte e na Geórgia, comunidades têm se mobilizado contra novas operações. Apesar do apoio a Trump, a oposição à mineração de criptomoedas sugere que as promessas do ex-presidente podem enfrentar desafios em seus próprios redutos.
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