Gustavo Pierini, um empresário argentino de 67 anos, fez uma doação de US$ 1 milhão para o fundo da Escola Politécnica da USP, a maior já recebida pela instituição. Ele já havia contribuído com doações menores para instituições educacionais, como o MIT, e agora quer incentivar mais pessoas a fazerem o mesmo. Pierini estudou engenharia na Argentina e conseguiu uma bolsa para o MIT, o que o motivou a retribuir à sociedade. Ele criou um fundo que financia um mestrado anualmente para um estudante no MIT e também apoia minorias em áreas de ciência e tecnologia na Argentina. Sua nova doação para a USP visa arrecadar R$ 165 milhões para projetos de pesquisa e desenvolvimento, com foco em tecnologia que beneficie a sociedade. Ele acredita que a cultura de doações no Brasil pode ser fortalecida através de exemplos e boas práticas.
O empresário argentino Gustavo Pierini anunciou uma doação de US$ 1 milhão para o fundo da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). O objetivo é incentivar a cultura de doações no Brasil e apoiar projetos de pesquisa e desenvolvimento. A doação é a maior já recebida pela instituição.
Pierini, que já havia contribuído com doações menores para instituições educacionais, acredita que a filantropia é fundamental para o desenvolvimento econômico. Ele se formou em três engenharias na Argentina e, após receber uma bolsa de estudos da Fullbright, completou seu mestrado no Massachusetts Institute of Technology (MIT). Essa experiência o motivou a retribuir à sociedade.
Desde 2011, Pierini criou o programa Gustavo Pierini Fellowship, que financia anualmente um mestrado para um estudante argentino ou brasileiro no MIT. Além disso, ele estabeleceu um fundo para bolsas de estudos em áreas STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) em um instituto argentino. Suas doações visam impactar positivamente a sociedade, priorizando a educação superior.
A doação recente de US$ 1 milhão faz parte de um esforço para arrecadar R$ 165 milhões para o programa de pesquisa e desenvolvimento da Poli. Pierini, que é presidente do conselho da Amigos da Poli, enfatiza a importância de acompanhar e direcionar as doações. Ele acredita que a cultura de doações no Brasil pode ser fortalecida por meio de exemplos e iniciativas concretas.
O fundo da Poli aceita doações únicas ou mensais, além de contribuições não financeiras, garantindo transparência na origem dos recursos. A iniciativa de Pierini reflete um compromisso com a educação e o desenvolvimento tecnológico na América Latina.
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