O barco a vapor Benjamim Guimarães, que é a única embarcação desse tipo em operação no mundo, foi restaurado e entregue após um investimento de R$ 5,8 milhões. A entrega aconteceu no domingo, coincidentemente no aniversário de 113 anos da cidade de Pirapora, onde o barco opera no Rio São Francisco. A restauração, que começou em 2020, incluiu a troca do casco, o restauro da chaminé e a revisão do maquinário, e foi realizada pela Indústria Naval Catarinense com apoio de várias instituições. O Benjamim Guimarães, que tem 43,85 metros de comprimento e três decks, foi construído em 1913 nos Estados Unidos e chegou a operar no Mississippi e no Amazonas antes de se estabelecer em Pirapora em 1920. Ele foi tombado como patrimônio histórico em 1985. Embora a reforma tenha sido concluída, as viagens turísticas devem recomeçar apenas no segundo semestre.
A única embarcação a vapor em operação no mundo, o Benjamim Guimarães, foi oficialmente entregue após um processo de restauração. A cerimônia ocorreu no último domingo, em Pirapora, Minas Gerais, para celebrar o aniversário de 113 anos da cidade. O investimento na revitalização foi de R$ 5,8 milhões.
O projeto de restauração, que começou em 2020, incluiu a substituição completa do casco, o restauro da chaminé e a revisão do maquinário. A revitalização foi realizada pela Indústria Naval Catarinense (INC), com supervisão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG) e da Marinha do Brasil. O convênio que possibilitou o investimento foi firmado entre o Iepha-MG e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), com recursos do Ministério de Minas e Energia.
O Benjamim Guimarães, com 43,85 metros de comprimento e três decks, foi construído em 1913 nos Estados Unidos. Após operar no Mississippi e no Amazonas, chegou a Pirapora em 1920, tornando-se um dos principais atrativos turísticos da região. O barco foi tombado como patrimônio histórico em 1985.
Apesar da conclusão da reforma, o retorno das viagens turísticas está previsto apenas para o segundo semestre deste ano. O presidente do Iepha-MG, João Paulo Martins, destacou que a restauração representa um compromisso com a preservação da história viva de Minas Gerais.
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