- A terceira geração do Mini Countryman John Cooper Works (JCW) chega ao Brasil como linha 2025.
- O modelo possui motor 2.0 turbo com potência de 317 cv e preço sugerido de R$ 410.990.
- Com 4,44 metros de comprimento, é maior que concorrentes como o Mercedes GLA e o BMW X1.
- A versão JCW ALL4 conta com tração integral, câmbio automático de dupla embreagem e acelera de 0 a 100 km/h em 6,6 segundos.
- O Countryman também oferece motorização elétrica a partir de R$ 340.990, visando competir no mercado de SUVs elétricos.
A terceira geração do Mini Countryman JCW chega ao Brasil como linha 2025, destacando-se com motor 2.0 turbo de 317 cv e preço sugerido de R$ 410.990. O modelo, que representa a evolução da marca sob a gestão da BMW, reflete um crescimento significativo em tamanho e preço ao longo dos últimos 25 anos.
O novo Countryman, com 4,44 m de comprimento, é maior que muitos concorrentes, como o Mercedes GLA e o BMW X1, com quem compartilha a plataforma UKL2. A versão esportiva JCW ALL4 é equipada com tração integral e câmbio automático de dupla embreagem com sete marchas. O modelo também se destaca pela segurança, apresentando recursos como seis airbags, assistente de manutenção em faixa e detectores de pontos cegos.
Desempenho e Consumo
O Countryman JCW apresenta uma aceleração de 0 a 100 km/h em 6,6 segundos e uma retomada de 80 a 120 km/h em 3,5 segundos, segundo testes realizados pelo Instituto Mauá de Tecnologia. O consumo é eficiente, com média de 16,9 km/l em rodovias, proporcionando uma autonomia de até 913 km.
O design interno mantém a tradição da marca com mostradores redondos, mas incorpora tecnologia moderna, como um grande mostrador circular que centraliza as informações do veículo. O conforto é garantido, com ajustes elétricos para o banco do motorista e um espaço generoso para os passageiros.
Versões e Concorrência
Além da versão JCW, o Mini Countryman também está disponível em motorização elétrica, a partir de R$ 340.990, visando atrair consumidores em um mercado cada vez mais competitivo. A marca enfrenta uma concorrência acirrada, especialmente com a crescente oferta de SUVs elétricos.
A transformação do Mini, que começou com o icônico modelo de 1959, agora se reflete em um SUV robusto e potente, que mantém a essência esportiva da marca, enquanto se adapta às demandas do mercado atual.
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